• Imagen 1 STEVE JOBS, AS COISAS QUE NINGUÉM DIZ
    Quão honestamente a sua vida é avaliada.
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O jornalismo mediúnico do überreporter Bob Woodward

Repórter que derrubou Nixon lança livro e Washington treme. Mas o “método Woodward” de reportagem é cada vez mais questionado. Para os críticos, Woodward faz o chamado “jornalismo mãe Dinah”, ou seja, ele precisaria ter poderes mediúnicos para ler o pensamento de seus entrevistados e descrever seus sentimentos, como frequentemente faz em seus livros.

Patrícia Campos Mello, no ESTADÃO

Já se tornou um clássico nas altas esferas do poder em Washington. Toda vez que o über-repórter Bob Woodward lança um livro sobre os bastidores da Casa Branca, uma comoção toma conta da capital americana. Em 15 livros lançados, ele já eviscerou os governos Nixon, Bush pai, Clinton e Bush. Só nas narrativas de Woodward é que ficamos sabendo o que discutia o casal Clinton quando estava na cama e o que pensou George W. Bush no momento em que soube do atentado de 11 de setembro. Seu novo livro, “Obama’s wars”, lançado na segunda-feira, não é diferente. Ao relatar o dilema do presidente Barack Obama em relação à escalada da guerra no Afeganistão, sobram intrigas palacianas e crises íntimas de ministros, militares e até do próprio presidente. Woodward descreve como “Obama se sentiu desrespeitado e encurralado”quando ouviu seu principal general no Afeganistão, Stanley McChrystal, pressionar por envio de mais tropas, em discurso na sede da Otan. “Podesta (John Podesta, líder da equipe de transição de governo) não tinha certeza de que Obama tinha sentimentos, especialmente em seu âmago”, garante o jornalista. James Jones, líder do Conselho Nacional de Segurança, achava que “Obama era mole com seus assessores políticos”.

Disk Fonte: o jornalismo papagaio de repetição – Parte 2

Dada o sucesso do “Disk Fonte”, este blog traz o Disk Fonte: o jornalismo papagaio de repetição – Parte 2 (a Missão), com sugestões colhidas em redações e entre os leitores deste blog.


Blog do Sakamoto

São personagens com opiniões mais que conhecidas sobre determinadas temas, mas sistematicamente procurados por alguns veículos porque dizem exatamente aquilo que esses veículos querem ouvir. Esse joguinho viciado exige duas cenas de fingimento por parte dos veículos. A primeira é que o jornalista busca uma opinião independente, isenta. Falso. Nesses casos, muitas vezes os repórteres selecionam suas fontes já sabendo exatamente o que as fontes irão dizer. Citam só para dar um aspecto de isenção na “reportagem”. Na realidade, estão é dando uma opinião. Só que de forma terceirizada.

2leep.com
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