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Revista mostra empresa da filha de Serra e da irmã de Daniel Dantas promovendo intensa quebra de sigilo bancário


A revista Carta Capital desta semana traz reportagem de Leandro Fortes que deixa o Zé Baixaria e seus papagaios na imprensa em uma sinuca de bico:

Por 15 dias no ano de 2001, no governo FHC e José Serra (PSDB), a empresa Decidir.com abriu o sigilo bancário de 60 milhões de brasileiros.

A Decidir.com foi resultado da sociedade, em Miami, da filha de Serra com a irmã de Daniel Dantas.

O primeiro ramo de atividade da empresa era "assessorar licitações públicas".

Depois, a empresa resolveu ser uma concorrente da Serasa.

Fez um acordo com o Banco do Brasil e através disso conseguiu abrir sigilos bancários.

O notável empreendimento de Miami conseguiu também a proeza de abrir e divulgar a lista negra do Banco Central.

O jornal Folha de São Paulo, na época, abriu o sigilo de 700 autoridades que passaram cheques sem fundo.

O então presidente da Câmara, Michel Temer, oficiou o Banco Central.

E, a partir daí, houve uma operação abafa demo-tucana.

O Banco Central, a Polícia Federal, o Ministério da Fazenda, Procurador Geral da República não fizeram nada.

Faltava pouco para a eleição presidencial de 2002, quando José Serra tomou a surra de 61% a 39%.

Esta edição da Carta Capital é mais um marco desnudando a hipocrisia e rede de mentiras demo-tucana.

Para Marcos Coimbra, do Vox Populi, denúncias de quebra de sigilo não beneficiaram Serra: “A bomba virou um traque”

O fato novo

Durante dias, foi a única manchete dos três jornais. É muito? Certamente que sim, mas é pouco, em comparação ao auxílio luxuoso da principal emissora de televisão do país. Fazia tempo que um evento do mundo político não ganhava tanto destaque em seus telejornais. Houve noites em que recebeu mais de 10 minutos de cobertura (com direito a ser tratado com o tom circunspecto que seus apresentadores dedicam aos “assuntos graves”).


Por Marcos Coimbra

Quem, nas duas últimas semanas, leu os colunistas dos “grandes jornais” (os três maiores de São Paulo e Rio) deve ter notado a insistência com que falaram (ou deixaram implícito) que as eleições presidenciais não estavam definidas. Contrariando o que as pesquisas mostravam (a avassaladora dianteira de Dilma), fizeram quase um coro de que “nada era definitivo”, pois fatos novos poderiam alterar o cenário.

Talvez imaginassem (desconfiassem, soubessem) que uma “bomba” iria explodir. Tão poderosa que mudaria tudo. De favorita inconteste, Dilma (quem sabe?) desmoronaria, viraria poeira.

Imperdível - Daniel Florêncio: As estradas levam a Minas



 O jogo de Noblat. O jogo da velha mídia.

Ricardo Noblat, colunista de política do O Globo, talvez o mais importante do país, recebeu um artigo meu, reproduzido ao final desse posto, ontem, 2a feira dia 06/09 pela manhã. Na semana anterior, na 5a feira dia 02/09 ele havia me proposto assinar um artigo para seu blog, com a condição que eu pudesse provar o que iria dizer.

O assunto do artigo, é o mesmo do meu post Aécio Vs. Serra, publicado aqui no blog na mesma 5a feira, dia 2 de setembro. Da grande possibilidade de que o sigilo de Verônica Serra tenha acontecido fruto da guerra interna no PSDB entre José Serra e Aécio Neves, tendo partido de investigações conduzidas pelo jornal Estado de Minas.

Quem tem medo da devassa?


Acho até que boa parte da classe média deve inclusive olhar com certa ironia e um pouco de curiosidade perversa a possibilidade de saber quais as eventuais falcatruas que os famosos podem ter feito, e que tanto os fazem temer em ter as contas devassadas. Incluindo-se aí a filha do Serra.

por João Whitaker do blog Escrevinhador

Vocês repararam como no discurso oficial em torno do “escândalo” da Receita Federal aparece reiteradamente o argumento da “vida devassada” – no caso, a vida da Verônica Serra?

A idéia é de que a quebra de sigilo representa uma violação escandalosa da vida privada de cada um, que vê suas contas escancaradas. Um risco para o Estado de Direito, que deve zelar pela privacidade dos seus cidadãos.

Formalmente, o argumento é corretíssimo, tudo que a Lúcia Hippolito queria para

Presidente da República não é delegado de Polícia


Serra chegou no limite da insanidade e a grande mídia o acompanha nos surtos. Por isso a eleição está perdida para eles.
Em caso de crime a autoridade competente é a polícia. Fikdik!
"Tenho coisas mais sérias para cuidar do que as dores de cotovelo do Serra", disse  Lula.

O candidato tucano José Serra disse ontem que chegou a avisar ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva sobre a possibilidade de ter havido quebra de sigilo fiscal de sua filha Verônica Serra. Em entrevista dada ao portal IG, Serra disse que tratou do assunto com o presidente em janeiro deste ano, quando levantou a suspeita que poderia ter sido violado o sigilo de Verônica.


Na ocasião, Serra aparecia na liderança das pesquisas de intenção de voto e se preparava para confirmar sua candidatura à sucessão de Lula enfrentando a petista Dilma Rousseff.

Mas que misteriosos dossiês são estes?

O que os dossiês contêm de tão grave que possam influenciar o eleitorado? O que estes dossiês escondem que a gente não possa saber?

Violar o sigilo fiscal de qualquer cidadão é crime. Os responsáveis devem ser identificados, julgados e severamente punidos. Não importa qual seja a motivação ou a finalidade do ato praticado pelos meliantes. Ponto.

Feita a premissa, que nem seria necessária se não estivéssemos no calor de uma disputa eleitoral, o fato é que a novela dos dossiês sobre as declarações de imposto de renda de amigos e parentes ligados ao candidato José Serra virou

Tabelião afirma simplesmente que a cópia é falsa. (sic!)



Tabelião Fábio Tadeu Bisognin, titular do 16º Tabelião de Notas de São Paulo, verificou a autenticação feita na procuração usada para quebrar o sigilo fiscal da filha do candidato do tucano José Serra, Verônica Serra.

Segundo ele, "a falsificação do reconhecimento de firma é grosseira. Verônica Serra nunca teve cartão de assinatura neste cartório".

Com uma reprodução em mãos da suposto documento, o dono do Cartório foi um verdadeiro integrante do CSI - perito criminal da ficção - e seu em lado concluiu:

1) o nome dele está grafado de modo incorreto no documento;

2) há falta do número do cartão de assinatura;

3) o código de segurança é falso;

4) a assinatura da escrevente é falsa;

5) a marca holográfica não é autêntica e

6) o selo colado na procuração foi retirado de um documento emitido em 18 de setembro de 2008.

Sem o documento original, o Tabelião somente fez conjecturas a respeito da cópia a ele apresentada, não podendo confirmar de forma segura tais conclusões.

1) Se era um R ou B - a respeito do seu nome - que estava impresso na cópia, o teste de visão aí é grátis.

2) Não possuir o cartão de assinatura é irrelevante, isso é para segurança do Cartório em caso de questionamento da veracidade da assinatura, e recomenda-se possuir modelos da firma do signatário para o cotejo futuro.

3) Código de segurança do quê, cara pálida? Invenção de Tabelionato, isso provavelmente significa numeração próprio da Serventia.

4) Só se afirma se uma assinatura é falsa ou não, somente mediante confronto com modelos de assinatura e própria assinatura a ser analisada no original.

5) O fato do não reconhecer como verdadeira a marca holográfica, não significa nada, mesmo porque em reprodução (cópia xerox, etc.) essa característica da marca desaparece. Para quem não sabe, marca holográfia é aquela que se registra ou apresenta imagem, sinais em três dimensões.

6) Interessante, afirma o Notário que o selo é de 2008 (pertencente a seu Cartório), retirado de um documento, mas é falso. hein?

Sem documento no original, o melhor é ter se calado, mas o medo de perder credibilidade e consequentemente  dinheiro é assustador, mesmo pela fortuna que Tabelião ganha todos mês
.
Necessária uma nova legislação para esse setor. Fikdik, Dilma!.

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