• Imagen 1 STEVE JOBS, AS COISAS QUE NINGUÉM DIZ
    Quão honestamente a sua vida é avaliada.
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O presente dos desastres

 O governo Lula é uma sucessão de fatos inesperados, mas dois deles têm a dimensão extraordinária das mágicas do acaso. É à inversão imprevista de duas derrotas brutais, com tudo para arrasarem sua imagem e o governo, que Lula vai se despedindo da Presidência com o registro de êxitos sem precedente entre seus antecessores todos. E mesmo como um caso especial no mundo.

Jânio de Freitas, Folha de S.Paulo

O mensalão foi um canhonaço que destroçou muito mais do que a aparelhagem executiva da Presidência e, com ela, o braço de operações montado sobre a leviandade da direção petista. O mensalão pôs em ruína, também, toda estratégia e o plano de configuração do poder que deveria executá-la.

Nesse poder, o papel de regente do Executivo dividiu-se, quase definidamente por setores, entre José Dirceu, Antonio Palocci e Henrique Meirelles. Mas o maestro político era José Dirceu, só ele. Ao Lula que então se viu coube reter-se no seu já comprovado talento: mobilizar parcelas sucessivas da opinião pública, o jogo de cena, as viagens e a presença em eventos que ocupassem o tempo presidencial.

Era um Lula distante da ação política e do trânsito de políticos, comum para presidentes. Com muitas evidências de insegurança e de alheamento às coisas de governo, incapaz de enfrentar uma entrevista coletiva e mesmo algo menor que não estivesse arranjado.

A saída de José Dirceu de suas funções no plano e no Gabinete Civil era tão impensável, antes de forçada pelo mensalão, que não houve ideia alguma para preencher o vácuo no seu aspecto essencial, que era a ação política do governo.
Aumentados os seus temores de que novos tropeços, mesmo que menores, atingissem sua continuidade como presidente, restou a Lula improvisar ele próprio o comando e a execução das ações políticas do governo. Tateante, cedendo muito mais do que o necessário, fazendo dívidas precipitadas sem escolher os políticos credores, Lula perdeu muito, mas com o tempo ganhou tarimba e segurança, suficientes para o necessário sem brilho. Até que sobreveio a segunda explosão, onde menos seria esperável.

O escândalo de Antonio Palocci não desarmou Lula apenas na vigilância de uma política econômica conservadora com temperos neoliberais. Essa função fizera de Palocci uma espécie de guarda-costas de Lula em setores real ou potencialmente hostis e ameaçadores, como o financeiro, o dos meios de comunicação, o do empresariado influente e, não menos, o do sistema internacional de defesa do conservadorismo.

Guido Mantega não caiu do céu. Veio das profundezas ferventes onde foi posto pela corrente Palocci, desde antes da formação inicial do governo; e, depois, pelas mal contidas restrições ao conservadorismo econômico do governo. Mas, quando um caseiro desacreditou dos ares beatíficos de Palocci, Guido Mantega, ministro do Planejamento, foi visto como o único a estar informado dos aspectos todos da economia, para cobrir o vácuo ainda que só pelo tempo para a solução definitiva.

De lá para cá, Lula fez uma dívida enorme com Mantega. A retomada do crescimento e seus múltiplos efeitos de força política e eleitoral devem-se à persistência de Mantega na ideia, que o alijara, de buscar a conciliação de crescimento e inflação baixa. A tranquilidade e a boa dose de otimismo que se instalaram no Brasil, e contribuíram muito para o processo sucessório sem turbulências, são frutos dessa bem sucedida conciliação não conservadora.

Em outro plano, com o crescimento sem inflação Lula se viu projetado, da simpatia folclórica dedicada pelo Ocidente ao metalúrgico-presidente, à possibilidade de uma admiração e, depois, de uma influência internacional que soube cultivar muito bem.
O mensalão e a queda perturbadora de José Dirceu levaram Lula ao comando político que lhe deu uma liderança sem precedente. O escândalo e queda ameaçadora de Antonio Palocci resultaram para Lula em uma presença internacional sem nem sequer algo próximo em outros presidentes brasileiros.

Espanto e pavor. Em Marte


Estão na ribalta um candidato a Mussolini, ou a Hitler, ou a ambos, e uma assassina de criancinhas. Ou seja, Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff. Palavras de Fernando Henrique Cardoso, Rodrigo Maia e Mônica Serra. Um alienígena que baixasse à Terra ficaria entre o espanto e o pavor. Quanto a nós, brasileiros, não é o caso de maiores preocupações.

Mino Carta, Revista Carta Capital

No caso de Lula, cujo estilo mussoliniano o príncipe dos sociólogos aponta, vale admitir que outra citação possível seria a de Luís XIV, personificava o poder todo. “O Estado sou eu”, dizia o monarca por direito divino. Pois segundo FHC, o presidente afirma, nas entrelinhas da sua atuação, “eu sou tudo e quero o poder total”. E isto “não pode”, proclama o ex, com aquela riqueza vocabular que o caracteriza.

Brasil: O país onde a esquerda teve êxito, diz revista francesa


Revista francesa lança seu novo formato de magazine com uma série de artigos sobre o Brasil. O título da capa diz que Brasil é o país onde a esquerda deu certo, em referência ao governo Lula.


Presidente da República não é delegado de polícia - vídeo sensacional

Presidente Lula defende a liberdade na internet e manda um recado a Serra: Eleição se ganha no voto! 

Presidente da República não é delegado de Polícia


Serra chegou no limite da insanidade e a grande mídia o acompanha nos surtos. Por isso a eleição está perdida para eles.
Em caso de crime a autoridade competente é a polícia. Fikdik!
"Tenho coisas mais sérias para cuidar do que as dores de cotovelo do Serra", disse  Lula.

O candidato tucano José Serra disse ontem que chegou a avisar ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva sobre a possibilidade de ter havido quebra de sigilo fiscal de sua filha Verônica Serra. Em entrevista dada ao portal IG, Serra disse que tratou do assunto com o presidente em janeiro deste ano, quando levantou a suspeita que poderia ter sido violado o sigilo de Verônica.


Na ocasião, Serra aparecia na liderança das pesquisas de intenção de voto e se preparava para confirmar sua candidatura à sucessão de Lula enfrentando a petista Dilma Rousseff.

Oposição a Lula virou amizade, quase amor


É tênue a separação entre uma acusação – a de que Dilma é a responsável pela quebra de sigilo – e a infâmia, no ouvido do eleitor

Sem bater em Lula, o marketing de Serra tenta transformá-lo em vítima de Dilma

Em 1989, Fernando Collor de Mello, ex-governador do Estado mais pobre da Federação, Alagoas, assumiu um discurso ofensivo – no sentido também de ofender -, selecionou uma série de desaforos destinados a abalar um governo caindo de impopularidade e partidos em crise, e definiu bordões para causar pânico em torno do candidato de esquerda, Luiz Inácio Lula da Silva, seu principal concorrente. Collor venceu atirando para

Mário Augusto Jakobskind: Quem perde com eleição


(...) o principal neste momento é analisar a derrota acachapante que vem sofrendo a mídia de mercado tipo Veja, O Globo, Folha de S. Paulo, O Estado de S. Paulo, TV Globo e outros veículos de imprensa que diariamente se opõem a Lula e a sua candidata. Ou seja, apesar disso, Lula está transferindo praticamente cem por cento dos seus votos para Dilma Roussef, o que os analistas de plantão diziam que jamais aconteceria.

Três de outubro se aproxima e a se confirmarem os resultados das pesquisas indicando uma vitória avassaladora de Dilma Roussef já no primeiro turno, as análises a serem feitas devem transcender o aspecto político partidário propriamente dito e o significado do fenômeno Lula na história brasileira. (CLIQUE abaixo em "Mais informações" para continuar lendo)

Lula fala aos internautas


Cada internauta também é um formador de opinião. Continue contribuindo com seus textos, fotos e vídeos e sejam protagonistas desse novo cenário, onde cada eleitor tem o poder e direito de informar e ser informado. Boa luta, companheiros. E vamos eleger a Dilma a primeira mulher presidente do Brasil!

R.Azevedo, o lacaio, novamente descontrolado! - "Ainda existem os editores?" indaga o Rey


Há sinais de que coisas andam feias na Campanha do PSDB. R.Azevedo - o Rey para o íntimos e blogueiro de Veja - novamente perdeu a estribeira. Sentiu nostalgia da era pré-internet e, numa fala tresloucada, passou um pito nos editores da grande mídia.

E deu a lição: Toda manchete e texto devem ser favoráveis a Zé Serra e aos Demo-Tucanos, afinal de contas os editores são pagos para manipular de acordo com a vontade de seus patrões! Roberto Civita arrumou um ótimo empregado. Atenção Mesquitas, Otavinho e Marinhos fiquem de olho nessa gente que vocês contratam!

Leia trechos do "ONDE ESTÃO OS EDITORES?" da lavra de Rey"





"O jornalismo online está se transformando mesmo numa, sei lá como chamar, aventura intelectual… A chamada do Estadão para a entrevista de Serra ao programa SBT Brasil é esta: “Serra rebate críticas de Lula”. E no texto: “Serra responde críticas de Lula à diplomacia ‘vira-latas’” Caberia, nesse caso, uma pequena tertúlia sobre a transitividade do verbo, mas deixo isso pra lá.

Ora, dada essa abordagem, os títulos para as entrevistas do tucano serão sempre o mesmo: “Serra rebate críticas de Lula”. Porque a real profissão do petista é atacar o governo FHC. No caso, foram os jornalistas que perguntaram ao ex-governador como ele via a afirmação de Lula, segundo quem o Brasil tinha uma “diplomacia vira-latas”.
(...)

Trato de fatos. Os dois títulos do jornal integram a metafísica eleitoral petista, que pretende transformar Lula em candidato. E ele não é. Que pretende fazer a disputa eleitoral se transformar num plebiscito sobre o seu governo. E isso é falso — como, aliás, já apontaram, com acerto, alguns editoriais do jornal.



Folha Online

Com saudades do tempo em que parecia divertido noticiar os desencontros entre Serra e Aécio, a Folha Online foi mais longe no jornalismo interpretativo. Leiam este trecho:
“A afirmação [Serra se disse favorável a um mandato de cinco anos, sem reeleição] deu brecha ao comentário sobre as pretensões presidenciais do ex-governador de Minas Gerais Aécio Neves, do mesmo partido do pré-candidato. Questionado sobre se o ex-governador seria seu sucessor no Planalto caso fosse eleito neste ano, Serra disse que é contra o segundo mandato há mais tempo que as especulações sobre Aécio presidente. “É uma música que eu toco há muito tempo”, comentou.

Sim, aconteceu assim. Título da Folha Online: “Na TV, Serra defende mandato de cinco anos, mas evita falar de Aécio como sucessor”. Uau!!! Releiam o que o próprio site informa. Serra está dizendo que não é favorável ao mandato de cinco anos sem reeleição só para acomodar eventuais pretensões de Aécio — vale dizer: não é para resolver questões da hora; sua opinião é anterior. E isso é também um fato.

Mas, para a Folha Online, o tucano, que nem foi eleito ainda, “evitou” falar de Aécio como seu sucessor!!!

Os sites jornalísticos parecem, hoje em dia, um aglomerado de livres-pensadores. Ainda existem os editores?"


PS.: Impossível resistir. Segue abaixo comentário de um súdito, digo internauta, nesse post do Rey. Uma pérola autêntica da Corte, mantido o original:

"VITOR disse:
abril 22, 2010 às 8:08 am
GALERA! VAMOS ESPALHAR NA NET O SITE DO BLOG DO REINALDO, JÁ QUE O PT CONTAMINOU O ESTADÃO E MUITOS OUTROS JORNAIS ON LINE, PARA QUE NÃO PUDESSEMOS REBATER SUAS MENTIRAS, NÃO DISPONIBILANDO A NÓS COMENTARMOS AS REPOSTAGENS QUE PREJUDICAM O PT OU QUE OS BENEFICIAM ATRAVÉS DA DISTORÇÃO DE PALAVRAS DE SEUS ADVERSARIOS. ENTÃO VAMOS ESPALHAR O SITE DO BLOG DO REINALDO PARA QUE TODOS TENHAM ACESSO AS VERDADES NÃO DIVULGADAS E MENTIRAS ESPALHADAS PELO PT. PARA QUE COMO DISSE SERRA, SE DEUS QUISER NOSSO FUTURO PRESIDENTE, QUE QUANTO MAIS MENTIRAS FALAREM SOBRE NÓS, MAIS VERDADE FALAREMOS SOBRE ELES."

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