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    Quão honestamente a sua vida é avaliada.
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Folha e Globo querem lulismo sem Lula!.


A estratégia da velha mídia parece cada vez mais evidente: dianta da força de Lula (que tem o carisma e a história recente) e de Dilma (que tem o poder e o apoio de Lula), procura-se fraturar o lulismo. A idéia é abrir uma cunha entre os dois.

A operação está clara desde os primeiros dias do governo Dilma:

- elogios à postura de “estadista” de Dilma (“discreta”) em contraposição ao “populismo” de Lula;

- elogios à forma como Dilma conduziu a política econômica (aumento de juros, freio nos salários, corte de gastos), de forma “responsável”, em contraposição à “gastança” de Lula;

- elogios à “nova política externa” de Patriota, em contraposição à dupla Amorim/Lula.

Editoriais elogiosos foram a face visível dessa operação. A face invisísel são conversas ocorridas nos bastidores – conversas que têm como objetivo aproximar Dilma da velha mídia (por isso, ela foi à festa da “Folha”, por isso ela almoçou com a direção da Globo depois de participar do Ana Maria Braga).

Dilma mandou o recado: quero normalizar as relações com vocês. A velha mídia aceitou a sinalização. Vê com bons olhos o movimento, porque em algum momento precisará da força do governo para se contrapor à grana das teles. Sem apoio político, Globo+Abril+Uol não fazem frente às teles. Por isso, o jogo está sendo jogado, com suavidade. Aceita-se Dilma, e tenta-se vender a idéia de que Dilma é um lulismo melhorado. É um lulismo sem Lula.

Ok. Mas a velha mídia não brinca em serviço: enquanto afaga Dilma, ataca Lula.

A matéria de “Época” foi apenas o ensaio do que virá por aí. Sem o poder, imaginam os barões da velha mídia, Lula não terá como reagir. Imaginam, também, que Dilma não saírá em defesa do líder, deixará que ele se defenda sozinho.

A estratégia é descontruir Lula agora. Tolerar Dilma. Mais à frente, se necessário, parte-se contra Dilma. Aécio estará à espreita, preparado para entrar no jogo.

A movimentação na oposição mostra que a vez será de Aécio em 2014. Os outros sofrem…

- Serra está sob pressão. Alckmin quer empurrá-lo para a Prefeitura em 2012. Se aceitar, Serra terá contra si a pecha de assumir mandato e largar pelo caminho (como fez em 2006, largando a Prefeitura para concorrer ao governo). Se não concorrer, não terá máquina para se contrapor ao alckmismo em São Paulo.

- Alckminn tem que lutar pela sucessão em 2014; enfrentará PT e ainda Kassab (que pode fazer jogo duplo – apoio do lulismo e do serrismo por baixo do pano).

Aécio é quem tem a casa mais arrumada. Anastasia é bom gestor, afinado com Aécio. Não há disputa em Minas.

Resta a Aécio convencer a classe dominante brasileira de que ele pode gerir o país. Há quem não goste do jeito “collorido” do mineiro – afeito às festas e às aventuras amorosas.

Se Aécio se mostrar confiável, terá o apoio da velha mídia. Do contrário, o plano parece ser capturar Dilma para um lulismo sem Lula.

Os colunistas de jornal acreditam tanto nisso que chegaram a brigar para manter Agnelli (desafeto de Lula) na Vale. Como seria impossível, contentaram-se em “nomear” Tito Martins para o cargo. A”Folha” deu como certo que ele era o nome para comandar a mineiradora no lugar do Agnelli.

Dilma agiu por outros caminhos. Nomeou Murilo Ferreira para o cargo. Parece que a família Marinho e os Frias não mandam como gostariam no governo de Dilma.

por Rodrigo Vianna, no Escrevinhador

Dilma em busca de seu estilo


O Brasil já elegeu, democraticamente, sete presidentes civis: Getúlio Vargas (em 1950), Juscelino Kubitschek, Jânio Quadros, Fernando Collor de Mello, Fernando Henrique Cardoso, Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff. Não incluo na lista os escolhidos em pleitos fraudados na República Velha, os ditadores e os substitutos que se tornaram presidentes. Ora, todos esses eleitos foram ou são bons comunicadores - com exceção da nossa atual presidente.

Este é um problema. Dilma tem sido elogiada pelo perfil discreto, pelo empenho contra a corrupção, pela dedicação ao funcionamento da máquina de governo e pela elegância com que convidou os antecessores a encontrar o presidente dos EUA, Barack Obama. Admiro tudo isso. Mas, numa República presidencialista, o supremo mandatário tem de se comunicar bem. Precisa persuadir. Cada um dos nomes citados fez isso a seu modo. Curiosamente, um dos mais prestigiados, Getúlio, não seria aceitável nos padrões atuais. Lembra Fernando Henrique Cardoso, em entrevista que me deu para a revista Sociologia, Ciência e Vida (2010), que o ex-ditador não falava com a massa, do modo de Lula e do próprio FHC: "Getúlio Vargas lia discursos absolutamente cultos e chatos. Ele se dirigia à massa de chapéu, charuto, jogava golfe". Com a censura e a Hora do Brasil, isso bastava; hoje, não.

Jânio e Collor foram os mais demagogos dos presidentes eleitos; em compensação, os dois últimos presidentes souberam construir maiorias de opinião bem produtivas. Fernando Henrique Cardoso foi mais racional, Lula captou melhor a emoção. Mas FHC é modesto quando fala de sua racionalidade. "Nunca tive problema para me comunicar", afirma. "Diziam que eu não teria voto porque não sabia falar com o povo, mas nunca tive o problema de fazer com que as pessoas entendam o que digo. Eu era um sociólogo de campo, trabalhava com a favela, com negros, com pobres, com gente não culta; sempre fiz muita pesquisa de campo, então tive de falar de jeito acessível. Sou mais racional (que Lula), mas uso uma razão no nível do senso comum, para que as pessoas entendam."

Lula comunica-se de outro modo. Alguns zombaram de suas metáforas, mas acho-as preciosas. FHC justificava-se, quando não podia implementar uma política que prometera, recorrendo à ética weberiana da responsabilidade. Mas, quando Lula usava imagens, com elas respondia à mesma questão que seu antecessor. Uma jabuticabeira demora anos antes de dar fruto. Não se conseguem os resultados com a rapidez desejada. É preciso paciência. Esse é um dos papéis do governante. Precisa convencer, dia após dia, seus eleitores de que não os traiu, e de que ou tem boas razões para não executar o prometido (crises mundiais, dizia FHC) ou acabará por executá-lo, ainda que a longo prazo e com certos custos não muito bonitos (as alianças de ambos com políticos fisiológicos). Um discurso que compara a demora na política ao tempo que leva uma árvore para frutificar, ou uma criança para andar, é acessível a todos, mesmo aos cidadãos menos cultos.

Por que o presidente tem de se comunicar bem, numa democracia de massas? A primeira razão é essa necessidade de constantemente se relegitimar, sobretudo quando as ações ficam aquém das palavras - o que, aliás, é inevitável. Mas também porque ele deve construir uma maioria significativa que apoie as inovações de seu governo. Para FHC, talvez tenha sido fácil vender a nova moeda, o real, acabando com a inflação, mas as privatizações exigiram mais persuasão. Para Lula, até parece fácil ter vendido o Bolsa-Família, mas as ações de seu governo tiveram alto custo, passando até pelo risco de impeachment.

Talvez por isso, os melhores momentos deles foram quando tiveram um chief minister, um primeiro-ministro incumbido da gestão - alguém de visão política, mas cujo papel é articular os ministros para que a máquina administrativa gere os resultados almejados. FHC teve Sérgio Motta, não conseguindo substituí-lo à altura depois de sua precoce morte, o que pode ter prejudicado o seu governo. Lula teve Dilma Rousseff, que ajudou muito seu segundo mandato. Não por acaso, Motta e Dilma passaram a imagem de durões. Mas a divisão de papéis parece boa. O presidente é simpático, fala ao povo, conquista apoio e, indiretamente, pressiona um Congresso que, pelo número de partidos, sempre dá trabalho. O ministro que chefia a gestão faz a articulação interna e, eventualmente, até repreende e pune, mesmo correndo o risco de ser antipático. O presidente é o grande comunicador, mas lidera a máquina. Já o ministro-chefe é quem azeita esta última.

O que faltaria à presidente Dilma Rousseff? Talvez devesse assumir o papel que os outros seis presidentes civis democraticamente eleitos tiveram, tão bem cumprido pelos dois últimos. Até agora, sua comunicação titubeia. Registrou o Estado que, num comício na Bahia, ela só entusiasmou a massa quando citou Lula.

Precisaria melhorar, mas isso não depende de técnicas oratórias. Porque FHC e Lula conquistaram, cada um, o País para uma nova agenda, mais econômica a primeira, mais social a segunda. Poderia a presidente Dilma simplesmente seguir a agenda construída por Lula - mas nos acostumamos a presidentes de impacto, e isso pode decepcionar. Mesmo dando continuidade às políticas de Lula, como deve dar, terá de encontrar seu estilo, ser capaz de galvanizar o povo e de delegar a gestão. Isso não é simples, porém é importante - pelo menos, se seguirmos o modelo bastante eficaz da Presidência que tivemos nos últimos 16 anos.

Mas também há a hipótese de que um modelo mais discreto se esteja definindo com Dilma, curiosamente um modelo que lembra o que seria de José Serra: mais gestão do que liderança. Porque os padrões políticos mudam com o tempo e talvez hoje não necessitemos de líderes como precisávamos quando o Brasil vivia a inflação, a discussão sobre o papel do Estado e ainda não estava consolidada a prioridade de políticas sociais.

Renato Janine Ribeiro - O Estado de S.Paulo

A história de Dilma - reportagem de qualidade

A aprendiz que mimetiza o presidente

Dilma liderou a campanha mais organizada de que já se teve notícia. Inspirada na estrutura da Presidência, funcionou com hierarquia militar, o que evitou que quase 100 pessoas – sem contar as 180 que trabalham com João Santana, o marqueteiro – batessem cabeça na execução das tarefas

Cristiano Romero, do Valor Econômico

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva construiu, sozinho, a candidata à sua sucessão e ela executou a campanha à imagem e semelhança de seu tutor. Dilma Rousseff, candidata do PT à Presidência da República, andou nos palanques de um lado para o outro como Lula, sorriu e apertou mãos de eleitores como Lula, distribuiu beijos e afagos como Lula. Se não tem o carisma do presidente, procurou ao máximo identificar sua imagem à dele.

Ex-guerrilheira caminha para ser uma das mulheres mais poderosas do mundo

O jornal The Independent destacou neste domingo que o Brasil se prepara para eleger no próximo final de semana a "mulher mais poderosa do mundo" e "uma líder extraordinária". As pesquisas mostram que ela construiu uma posição inexpugnável – de mais de 50%, comparado com menos de 30% - sobre o seu rival mais próximo, homem enfadonho de centro, chamado José Serra. Jornal também afirma que candidata tem sofrido ataques em uma campanha impiedosa de degradação patrocinada pela mídia brasileira.

The Independent

A mulher mais poderosa do mundo começará a andar com as próprias pernas no próximo fim de semana. Forte e vigorosa aos 63 anos, essa ex-líder da resistência a uma ditadura militar (que a torturou) se prepara para conquistar o seu lugar como Presidente do Brasil.

Como chefe de estado, a Presidente Dilma Rousseff irá se tornar mais poderosa que a Chanceler da Alemanha, Angela Merkel e que a Secretária de Estado dos EUA, Hillary Clinton: seu país enorme de 200 milhões de pessoas está comemorando seu novo tesouro petrolífero. A taxa de crescimento do Brasil, rivalizando com a China, é algo que a Europa e Washington podem apenas invejar.

Só não tolero mau gosto! #Prontofalei!

Acabei de receber um e-mail. Nele é trazida a foto da  suposta ex-companheira de Dilma Roussef.

Isso mesmo, deve-se entender a palavra companheira como algo a mais ou com algo menos no caso. Viveram um suposto relacionamento homoafetivo.

Seria uma doméstica mineira que supostamente teria mantido essa união estável com candidata petista. Duraram 15 longos anos (o amor é lindo, Bodas de Cristal)!

A indigitada supostamente  pleitearia uma polpuda pensão, pois fora  largada pela amada que passara a viver em Brasília de modo nababesco.  Verônica (nome sugestivo) não se preparou para vida sem a consorte ingrata. 


Faço duas pequenas observações:

Ser ex-parceira agora virou investimento? Para com isso. No máximo, que se  dê uns trocados pra moça até ela arrumar vaga numa casa de família digna. Está de bom tamanho.

Até aqui aguentei firme denúncia de terrorismo, de corrupção, mas uma coisa dessa não tolero!

A sexualidade da candidata não me interessa. Porém, se confirmado o affaire, perderá  meu voto tão-somente pelo mau gosto. Que tribufu! Os Piores Perfis do Orkut , urgente! Fikdik!


PS: Tenho certeza que tal maledicência não partiu da hoste tucana. Eles até são simpatizante suspeitos da com causa gay.  E só dar uma olhada no ninho: prefeito, vice-governador, candidato a governador, etc... (fofoqueiro mode-on).

Dilma indignada: Folha de S.Paulo mente, manipula

Candidata do PT reagiu duramente contra matéria publicada nesta segunda-feira sobre supostas irregularidades que teriam sido encontradas em sua gestão como secretária estadual de Minas e Energia no Rio Grande do Sul. "Em algum momento da matéria ficou claro para vocês que eu tive as contas aprovadas? Não. Esta informação, extremamente relevante, foi ocultada. A matéria é parcial e de má fé", afirmou Dilma Rousseff durnate visita ao bairro Alcântara, em São Gonçalo, no Rio de Janeiro.



Texto na íntegra do Jornal Folha de S.Paulo

Dilma favoreceu firma e aparelhou secretaria, diz auditoria do TCE
Parecer apontou que fundação comandada por Dilma beneficiou instituto que depois prestaria serviços ao PT


Tribunal aplicou multas contra a atual candidata à Presidência, que mais tarde foram convertidas em meras advertências

SILVIO NAVARRO
ENVIADO ESPECIAL A PORTO ALEGRE

Auditorias feitas na gestão de Dilma Rousseff (PT) na Secretaria de Minas e Energia do Rio Grande do Sul e na Federação de Economia e Estatística, entre 1991 e 2002, apontam favorecimento a uma empresa gaúcha que hoje recebe R$ 5 milhões da Presidência e mostram aparelhamento da máquina.
Os documentos foram desarquivados no Tribunal de Contas gaúcho a pedido da Folha. Hoje candidata à Presidência, Dilma foi secretária dos governos Alceu Collares (PDT), em sua fase "brizolista" no PDT, e Olívio Dutra (PT), quando se filiou ao PT, pré-ministério de Lula.
Em 1992, os auditores constataram que a fundação presidida por Dilma favoreceu a Meta Instituto de Pesquisas, segundo eles criada seis meses antes para vencer um contrato de R$ 1,8 milhão (valor corrigido). A empresa gaúcha foi a única a participar da concorrência devido à complexidade e falta de publicidade do edital.
Segundo a auditoria, a negociação entre a empresa e o órgão do governo foi sigilosa e nem sequer constou em ata os termos negociados: "Conclui-se que as irregularidades cometidas no decorrer do procedimento licitatório vieram a favorecer a empresa Meta", diz o parecer.
Após ganhar outros negócios no governo gaúcho, a Meta prestou serviços ao PT, à Fundação Perseu Abramo, ligada ao partido, e obteve contratos mais vultuosos na esfera federal -via Ministério do Desenvolvimento Social e Ministério da Justiça.
Em 2008, a Meta conseguiu seu melhor contrato: foi vencedora de uma concorrência de R$ 5 milhões da Secretaria de Comunicação da Presidência para fazer pesquisa sobre a aprovação e o alcance de programas sociais do governo, hoje bandeiras da campanha de Dilma: PAC, Bolsa Família e Minha Casa, Minha Vida.
Acionado por uma concorrente, o Tribunal de Contas da União chegou a suspender o contrato, liberado em 2009. A suspeita foi de direcionamento do edital. A Secom foi advertida, e o contrato foi proibido de ser aditado por mais de 24 meses.
Os documentos apontam que Dilma cometeu irregularidades na nomeação de cargos tanto à frente da fundação quanto na secretaria.
No caso da primeira, nos anos 90, a gestão dela mantinha na folha de pagamento entre 50 e 60 funcionários (mais de 20% do quadro de pessoal) que não trabalhavam efetivamente no órgão.
Já na secretaria, empregou assessores na função de servidores concursados. Numa das inspeções, auditores constataram que 90% dos funcionários eram destinados a "cargos em comissão".
"A criação de cargo em comissão, em moldes artificiais e não condizentes com a praxe de nosso ordenamento jurídico e administrativo, só pode ser encarada como inaceitável esvaziamento da exigência constitucional do concurso", afirma o laudo.
Além disso, algumas nomeações só foram publicadas depois que as pessoas já trabalhavam na pasta. As falhas foram alvo de multas endossadas pelo Ministério Público durante a tomada de contas no tribunal gaúcho. Acabaram perdoadas, entretanto, e transformadas em advertências a Dilma.
No caso da secretaria, o julgamento de seu recurso ocorreu quando ela já era ministra de Minas e Energia, em 2003. No voto sobre as contas de 2002, o TCE afirmou que "as irregularidades remanescentes" não propiciavam a rejeição das contas.
Numa das inspeções, os auditores apontaram como "despesa ilícita" o uso de jatinho por Dilma para ir até Santa Maria: "As despesas tiveram a finalidade de atender à promoção pessoal" dela. Dilma alegou que foi a um evento referente à área de atuação de sua secretaria, o que acabou aceito pelo TCE.

Carrinho por trás

Ao comparar Dilma com Dunga, Serra reforça uma estupidez que nos obriga a formar fileiras ao invés de tomar posições políticas claras.

Só os incautos poderiam imaginar que um material escandaloso como o da violação de dados da Receita Federal não iria servir de munição de propaganda para a campanha do PSDB. Fosse Dilma, não Serra, a estar em queda livre nas pesquisas, o PT não hesitaria em usar da mesma estratégia para atingir o adversário. A prática da solidariedade tribal, na qual diferença pode ser uma virtude, foi alijada da prática política, no Brasil. Em todos os lados, a discordância é considerada um ato de guerra. Essa estupidez nos obriga a

TWITTER - #dilmafactsbyfolha "lol" (rialto, agora)

Folha de S. Paulo: Dilma vendia Marlboro para bebê fumante

por Luiz Carlos Azenha

Diante da manchete da Folha neste domingo – Consumidor de luz pagou R$ 1 bi por falha de Dilma –, em que o jornal faz campanha por José Serra requentando notícia velha e dando tom sensacionalista e pretensamente “popular” à denúncia, os tuiteiros lançaram uma campanha para criar futuras manchetes para o jornal.

Para acompanhar as sugestões, clique aqui.

A minha favorita é essa: Dilma inventou a segunda-feira. Mas não consegui descobrir quem criou. Podem me ajudar a encontrar?

*****

Vou acrescentando aqui minhas favoritas:

Folha Exclusivo: Dilma mostrou a Nero como os fósforos funcionam!

Dilma atirou o pau no gato (@ludelfuego)

Dilma mudou Orkut pra pior (@MarcelaOhana)

Dilma inventou a vuvuzela (@camilalpav)

Perícia revela: Dilma tem um terceiro mamilo (@m2rcio)

Dilma vendia Marlboro para bebê fumante (@rayssagon)

Antes de Dilma mergulhar no Mar Morto, ele não estava nem doente! 
AQUECIMENTO GLOBAL: Dilma Rousseff foi vista derretendo as calotas polares com um secador de cabelo ( rialto de novo)

A Serra o que é de Serra: NADA


Serra perdeu a voz, a vez, está mal no santinho, na paróquia, etc. Só não perdeu o grito. Dilma disse muito bem que eleição se ganha no voto, não em pesquisa. Mas há quem queira ganhar no grito, já que não tem outro recurso.

Na mídia européia aumentou o número de referências a que Dilma Roussef pode ganhar no primeiro turno. De Portugal à Alemanha, do Reino Unido à França, comenta-se a possibilidade.

Às vezes isso desagrada. Para comentaristas conservadores, Dilma é uma "estatista" convicta, mais do que Lula. Isso é uma dor de cabeça. O governo Lula tirou o Brasil da crise financeira rapidamente e com pouco dano porque está fazendo o contrário do que

Futuro da oposição e o governo Dilma

Enquanto se discute se a oposição será liderada por Aécio Neves ou Geraldo Alckmin, no fim de semana já apareceu até a primeira crise do governo Dilma, com a suposta disputa pelo poder entre os “ministros” Antonio Palocci e José Dirceu.

Na falta de novidades, até parei de escrever sobre a campanha eleitoral nos últimos dias, como vocês devem ter notado. A cada nova pesquisa, a mesma rotina: Serra cai, Dilma sobe e deve vencer no primeiro turno. Se virou rotina, deixou de ser notícia.

No último Ibope, divulgado neste final de semana, o que chegou a ser anunciado como uma guerra entre governo e oposição, poucas semanas atrás, de uma hora era virou um passeio. Dilma abriu 24 pontos de vantagem (51 a 27).

Nem Lula, nem Dilma, muito menos o candidato tucano José Serra poderiam esperar que a eleição caminhasse para este desfecho ainda em meio à campanha, faltando 33 dias para a abertura das urnas.

Entrevistas com candidatos interessam mais ao "Jornal Nacional" do que à eleição


Mauricio Stycer

As entrevistas realizadas pelo “Jornal Nacional” com Dilma Rousseff, Marina Silva e José Serra provocaram três tipos principais de avaliação: se a performance midiática do candidato foi boa ou não, se falou bobagens ou não e, especialmente, se os dois apresentadores do noticiário agiram bem ou mal como entrevistadores

O primeiro tipo de avaliação não é mais novidade há muito tempo. Eleição é um exercício de convencimento, não de discussão de ideias – saber vender o peixe é muito mais importante do que o peixe em si. Se o candidato foi simpático ou não, se olhou para a câmera ou para os entrevistadores, se parecia calmo ou nervoso, se escolheu as cores certas para a roupa – tudo isso é mais importante do que suas ideias e propostas.

A atenção que se dá aos erros, exageros e mentiras dos candidatos seria útil se ajudasse o eleitor a formar uma opinião sobre o grau de preparo e o caráter de quem pede o voto. Mas, bem adestrados, eles cometem cada vez menos deslizes, o que explica o destaque desproporcional dado a certas bobagens (caso da confusão que Dilma fez ao colocar a Baixada Santista no Estado do Rio).

Mais peculiar, e interessante, é a preocupação geral com a performance de William Bonner e Fátima Bernardes. Para a Globo, dado o seu passivo, é fundamental demonstrar isenção. Isso começa pelo enfoque adotado para as entrevistas. “Vamos abordar aqui temas polêmicos das candidaturas e também confrontar os candidatos com as suas realizações em cargos públicos”, avisou Bonner no dia da entrevista com Dilma.

Qualquer jornalista sabe que a entrevista com um candidato a cargo público deve, obrigatoriamente, abordar temas polêmicos e realizações passadas. É como se Bonner e Fátima, ao advertirem o público e os candidatos antes de cada entrevista, estivessem dizendo: “Atenção, vamos ser jornalistas!” Por que o “JN” faz questão de enfatizar o óbvio?

Outro aspecto que chama a atenção no comportamento da dupla é a preocupação com as “regras” da entrevista, em especial o tempo de sua duração e a explicação de que a ordem das entrevistas obedeceu a um sorteio. Mais uma vez, é uma forma de enfatizar o óbvio: todos os candidatos têm direitos iguais.

Por fim, Bonner e Fátima procuram mostrar isenção sendo duros com os candidatos. Mais uma vez, estamos falando de um comportamento que se espera de qualquer entrevistador, mas cuja receita, no caso das entrevistas do “Jornal Nacional”, desandou. Talvez por falta de cacoete, talvez por nervosismo ou, ainda, por pressão externa, o editor-chefe do “JN” endureceu e perdeu a ternura nas três entrevistas, um pouco mais com Dilma e Marina, dando aos encontros, em algumas passagens, a aparência de interrogatório.

Todo este esforço de mostrar isenção termina por ser o que mais chama a atenção nas entrevistas. O que mais vamos lembrar? Dilma defendeu as alianças do PT com Collor e Jader. Marina disse que permaneceu no PT durante o mensalão para ajudar. Serra elogiou Lula e defendeu a aliança do PSDB com Roberto Jefferson. Alguma surpresa? Alguma novidade?

Resta, portanto, ao espectador com interesse político apenas discutir se o “Jornal Nacional”, neste seu esforço hercúleo de parecer isento, alcançou seu objetivo. Não está em discussão se foi, ou não, imparcial – mas se conseguiu convencer quem o assiste disso.

O exibicionismo de Bonner, o Twitteiro do Ano.

Poxa,gente!Obrigado!Mesmo!Que coisa maluca!Que turma maluca! @realwbonner, twittando




Sou um William Bonner às avessas. Na escola, sempre me envergonhei de ler em voz alta para o restante da turma. Mas eram ordens da professora.
Inveja eu tinha daqueles coleguinhas exibicionistas que eram os primeiros a levantar a mão a fim de continuar, para o restante da classe, minha malfadada leitura. Eram os embriões de "bonners". Gente que não perde a oportunidade de aparecer ou "fazer uma graça".

Nosso Bonner do JN ampliou a classe, agora é apresentador de notícias de TV. Sua voz agora atinge milhões de telespectadores- hommers é verdade . Ele, todas as noites, vai peremptório na revelação diária das notícias. É seu destino manifesto.

De vez em quando, porém... Um problema grande surge, Bonner pretende passar de leitor de classe ampliada, para o jornalista de opinião e credibilidade: um âncora, por assim dizer.

Depois de Dilma, foi a vez de Marina Silva -- candidata do PV a Presidência -- sentir o furor do Neo-Âncora. E ele tem estilo. São confrontos e interrupções “ad nauseam” no raciocínio do entrevistado, armas escolhidas por Bonner na sua batalha triunfal de ser o centro das atenções.

À Marina Silva, lembrou, relembrou, deu detalhes do esquecido "caso mensalão". Afinal de contas por que a candidata do PV não abandonou seu então corrupto partido? Martelava o apresentador. Pergunta vital para nosso Ancôra. Talvez esquecesse que Serra - candidato dos seus patrôes - também não deixou o PSDB, em razão dos grampos do BNDES, compra dos votos da reeleição, mensalão mineiro, etc.

O intuito de trazer à baila o velho e bom mensalão, tinha um simples motivo, atingir vários pássaros com uma pedrada só: PT, Lula, Dilma &Cia. Afinal de contas, Marina é figuração barata nesse pleito presidencial, tinha que ter utilidade.

Se era credibilidade que Bonner queria demonstrar, ficou só na arrogância e exibicionismo, traço distintivo do nosso Neo-Âncora. Basta lembrar o prêmio de twitteiro do ano e vídeo pretensamente engraçado com Cid Moreira. Aguardemos agora
se retornará às origens colegiais entrevistando Serra - o candidato da Firma - ou se manterá incólume na papel de Neo-Âncora. "Que turma maluca!"

Ele merece um #CALABOCABONNER e pára de rosnar



William Bonner, no Jornal Nacional da Globo, interrogou Dilma Rousseff. Foi armado até os dentes. A orientação do Chefe Ali Kamel era clara:
- Não permita que ela fale das realizações do Governo Lula, dos números excelentes da economia, queda na taxa de desemprego, etc.

Missão dada, missão fracassada. Porque se de um lado, Bonner rosnava "candidata" a todo tempo, a fim de que Dilma não pudesse explicar absolutamente nada e concluísse algum raciocínio; por outro -- nunca antes na história deste País -- ficou tão claro aos eleitores, menos informados, que ela é a escolhida de Lula para sucedê-lo.

Ponto alto da entrevista foi aos 10min30s: esposa manda um #CALABOCABONNER. Nem Fátima Bernardes aguentava mais as falas cortadas sistematicamente pelo maridão, que queria ter a última palavra para detonar a interrogada e cumprir a missão dada pelo chefe.

Bonner não calou, mas colou, na testa de Dilma, a imagem do presidente Lula. Fim dos 12min ela sobreviveu novamente a mais uma sessão de interrogotório de sua vida, pronta para governar o Brasil.

Cristianizam José Serra


Aliados de Quércia em São Paulo abandonam Serra e lançam dobradinha Quércia/Dilma. Em política tudo tem jeito.

do Poder OnLine IG

Lembra da briga entre Orestes Quércia e Michel Temer no PMDB de São Paulo?

Todos achavam que chegara a um ponto insolúvel: Quércia candidato ao Senado na chapa do PSDB de José Serra, e Temer como vice da petista Dilma Rousseff.

Não é mesmo?

Mas eis que surge a magia da política.

E os diretórios municipais do PMDB de São Paulo foram encontrando a solução:

Apoiam Quercia para senador e a chapa Michel-Dilma para o Planalto, como mostra o informativo do diretório de Sorocaba, ao lado (os círculos vermelhos são da coluna)

E cristianizam José Serra.

Falso!


A jornalista e apresentadora Marília Gabriela está indignada com a divulgação de um texto – falsamente atribuído a ela – contra a pré-candidata à presidência, Dilma Rousseff (PT). “Não tem nada a ver comigo”, diz a Terra Magazine, por telefone. Marília decidiu procurar assistência jurídica, nesta terça-feira, depois de ver o pseudo-libelo antipetista ser reproduzido pelo site do deputado federal José Carlos Aleluia (DEM-BA), que apoia a candidatura de José Serra (PSDB). “O próximo passo é procurar meus advogados”.

R.Azevedo, o lacaio, novamente descontrolado! - "Ainda existem os editores?" indaga o Rey


Há sinais de que coisas andam feias na Campanha do PSDB. R.Azevedo - o Rey para o íntimos e blogueiro de Veja - novamente perdeu a estribeira. Sentiu nostalgia da era pré-internet e, numa fala tresloucada, passou um pito nos editores da grande mídia.

E deu a lição: Toda manchete e texto devem ser favoráveis a Zé Serra e aos Demo-Tucanos, afinal de contas os editores são pagos para manipular de acordo com a vontade de seus patrões! Roberto Civita arrumou um ótimo empregado. Atenção Mesquitas, Otavinho e Marinhos fiquem de olho nessa gente que vocês contratam!

Leia trechos do "ONDE ESTÃO OS EDITORES?" da lavra de Rey"





"O jornalismo online está se transformando mesmo numa, sei lá como chamar, aventura intelectual… A chamada do Estadão para a entrevista de Serra ao programa SBT Brasil é esta: “Serra rebate críticas de Lula”. E no texto: “Serra responde críticas de Lula à diplomacia ‘vira-latas’” Caberia, nesse caso, uma pequena tertúlia sobre a transitividade do verbo, mas deixo isso pra lá.

Ora, dada essa abordagem, os títulos para as entrevistas do tucano serão sempre o mesmo: “Serra rebate críticas de Lula”. Porque a real profissão do petista é atacar o governo FHC. No caso, foram os jornalistas que perguntaram ao ex-governador como ele via a afirmação de Lula, segundo quem o Brasil tinha uma “diplomacia vira-latas”.
(...)

Trato de fatos. Os dois títulos do jornal integram a metafísica eleitoral petista, que pretende transformar Lula em candidato. E ele não é. Que pretende fazer a disputa eleitoral se transformar num plebiscito sobre o seu governo. E isso é falso — como, aliás, já apontaram, com acerto, alguns editoriais do jornal.



Folha Online

Com saudades do tempo em que parecia divertido noticiar os desencontros entre Serra e Aécio, a Folha Online foi mais longe no jornalismo interpretativo. Leiam este trecho:
“A afirmação [Serra se disse favorável a um mandato de cinco anos, sem reeleição] deu brecha ao comentário sobre as pretensões presidenciais do ex-governador de Minas Gerais Aécio Neves, do mesmo partido do pré-candidato. Questionado sobre se o ex-governador seria seu sucessor no Planalto caso fosse eleito neste ano, Serra disse que é contra o segundo mandato há mais tempo que as especulações sobre Aécio presidente. “É uma música que eu toco há muito tempo”, comentou.

Sim, aconteceu assim. Título da Folha Online: “Na TV, Serra defende mandato de cinco anos, mas evita falar de Aécio como sucessor”. Uau!!! Releiam o que o próprio site informa. Serra está dizendo que não é favorável ao mandato de cinco anos sem reeleição só para acomodar eventuais pretensões de Aécio — vale dizer: não é para resolver questões da hora; sua opinião é anterior. E isso é também um fato.

Mas, para a Folha Online, o tucano, que nem foi eleito ainda, “evitou” falar de Aécio como seu sucessor!!!

Os sites jornalísticos parecem, hoje em dia, um aglomerado de livres-pensadores. Ainda existem os editores?"


PS.: Impossível resistir. Segue abaixo comentário de um súdito, digo internauta, nesse post do Rey. Uma pérola autêntica da Corte, mantido o original:

"VITOR disse:
abril 22, 2010 às 8:08 am
GALERA! VAMOS ESPALHAR NA NET O SITE DO BLOG DO REINALDO, JÁ QUE O PT CONTAMINOU O ESTADÃO E MUITOS OUTROS JORNAIS ON LINE, PARA QUE NÃO PUDESSEMOS REBATER SUAS MENTIRAS, NÃO DISPONIBILANDO A NÓS COMENTARMOS AS REPOSTAGENS QUE PREJUDICAM O PT OU QUE OS BENEFICIAM ATRAVÉS DA DISTORÇÃO DE PALAVRAS DE SEUS ADVERSARIOS. ENTÃO VAMOS ESPALHAR O SITE DO BLOG DO REINALDO PARA QUE TODOS TENHAM ACESSO AS VERDADES NÃO DIVULGADAS E MENTIRAS ESPALHADAS PELO PT. PARA QUE COMO DISSE SERRA, SE DEUS QUISER NOSSO FUTURO PRESIDENTE, QUE QUANTO MAIS MENTIRAS FALAREM SOBRE NÓS, MAIS VERDADE FALAREMOS SOBRE ELES."

As meninas do Serra (que papelão heien...)



SERRA NA VEJA: Vou quebrar contratos e instalar meritocracia


A revista Veja desta semana publica entrevista com José Serra acompanhada de um artigo de apoio a sua candidatura e de um risível artigo de um astrólogo "prevendo" a vitória de Serra . A entrevista é reveladora de algumas posições políticas de Serra, poucas em verdade, mas significativas de como o candidato do PSDB revela um autoritarismo e revanchismo significativo.

por Luis Favre, em seu blog com acréscimos do Vermelho

Confirmando que sua biografia é um constante pular de cargo em cargo, animado exclusivamente pela sua obsessão de “mandar” e ser presidente; José Serra proclama secamente que irá quebrar contratos, utilizar as emendas parlamentares para obter maioria no Congresso.

Serra diz também que pretende "introduzir o fator mérito" nas remunerações do funcionalismo público. A meritocracia, doutrina aplicada na gestão do governo paulista, sobretudo na área de educação, é amplamente criticada por especialistas por gerar enormes distorções e arrochar os salários da maioria dos servidores.

Serra também invoca seu passado junto a FHC para tentar agradar os banqueiros. Significativamente envia para eles o recado, via Veja: “como ajudei a erguer a mesa, jamais a viraria. As pessoas do sistema financeiro que realmente me conhecem sabem disso.”

Se daquele farto banquete de FHC e o sistema financeiro, Serra reivindica ter sido o ajudante de cozinha; do resto do legado tucano pretende distância.

Sobre o futuro, que tanto reivindica como sujeito eleitoral, a entrevista é cheia de banalidades e generalidades. Como quando evoca “No que se refere ao crescimento, nós precisamos de infraestrutura. As carências nessa área são dramáticas e representam um gargalo para o nosso desenvolvimento”.

O candidato que pretende falar exclusivamente do futuro -e apelidado por isso, pelos petistas, como “exterminador do futuro”- não se furta, na Veja, em atacar o governo Lula, inclusive em questões nas quais seu próprio balanço como governador de São Paulo são particularmente ruins: a segurança por exemplo, ou a educação.

Como a entrevista não questiona em nada a fala do candidato, é mais fácil. Serra pode falar de reduzir o gasto público, mas se furta de dizer onde vai cortar, fora quando evoca a quebra de contratos. Nenhuma palavra sobre a bancada do PSDB defender demagogicamente aumentos que aprofundam o déficit das aposentadorias, por exemplo.

Igualmente quando evoca o desequilíbrio externo e a balança comercial, qual seria o remédio do candidato? “Claro, nós temos reservas e temos tido entrada de capital, mas nove entre dez economistas se preocupariam com esse crescimento rápido do déficit externo.”
Manifestar em coro preocupação não demonstra visão ou capacidade para apresentar propostas, ao menos que o silêncio esconda o “intervencionismo” que muitos lhe atribuem. Estranhamente a Veja evita perguntar se Serra concorda com o presidente nacional do PSDB, que na mesma revista, disse claramente que iriam mexer no câmbio, nos juros e nos pilares macroeconomicos.

Por último, o candidato utiliza a entrevista para enviar uma isca para Aécio, proclamando ser contra a reeleição. Resta saber se o peixe mineiro acreditará na promessa, ou reagirá como enguia escorregadiça.

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