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Os cevadores de trolls



No livro “You Are Not a Gadget” (“Você não é um aplicativo”, editora Saraiva), lançado ano passado, o americano Jaron Lanier, um dos pioneiros da realidade virtual, adverte e lamenta que a internet esteja servindo para libertar o “troll interior” que todos carregamos.

Quando um colunista escreve que homofobia não é crime, não é porque ele respeita o direito de alguém não gostar de homossexuais. O que ele quer é angariar notoriedade mesmo que isso custe incentivar o preconceito contra os gays

Nós, seres cordatos e decentes na vida em sociedade, estaríamos sendo tentados pelo anonimato da rede a confessar em blogs e fóruns nossos pensamentos e preconceitos mais sórdidos. Uma espécie de Médico e o Monstro virtual cuja poção capaz de liberar o lado escuro é a certeza de que ninguém saberá que somos capazes de pensar aquelas coisas –além, claro, de evitar processos judiciais.

Lanier defende o fim dos comentários apócrifos, sem a identidade de seus autores, mas antes de tudo dá alguns conselhos às pessoas em geral para resistirem à sedução da trollagem. A primeira e mais importante delas é: nunca poste anonimamente a não ser que, se você se identificar, corra algum perigo. É um conselho muito bacana, mas ele esqueceu ou não quis se dirigir também aos trolls que estão detrás das telas destes trollzinhos, com colunas opinativas impressas ou em vídeo, instigando estes pensamentos e preconceitos sórdidos. Cevando os trolls interiores.

Foi-se o tempo em que recebíamos correntes de e-mails com artigos edificantes ou engraçados. Era até chato, eu sei, mas já comecei a sentir saudade, juro. Sobretudo de quando a leitura de uma coluna mexia comigo, quando era capaz de me fazer concordar, discordar ou até me fazer mudar de opinião sobre um assunto. Felizmente ainda há exceções, mas hoje alguns colunistas só conseguem me causar indignação. O que no passado era conhecido como “polemista” se transformou num criador de casos banal, tipo aquele bêbado do bar da esquina que provoca todo mundo. Na vida real, o bêbado iria causar repulsa nos frequentadores do boteco. No mundo virtual, arrasta um monte de gente atrás dele, rindo e replicando suas asneiras.

O cevador de troll é mais perigoso do que o troll, porque, alimentando-os, os multiplica. Quando um colunista escreve que homofobia não é crime, não é porque ele respeita o direito de alguém não gostar de homossexuais. O que ele quer é angariar notoriedade mesmo que isso custe incentivar o preconceito contra os gays e consequentemente os trolls da rede, que são atraídos por estes textos que nem moscas. Quando um articulista chama uma senadora de “primeira-dama das estrebarias” está, sim, chamando: ti, ti, ti, venham, trollzinhos, que aqui tem alpiste.

Quando alguém com meia página num jornal diz que detesta classes emergentes, dá razão ao troll mais mesquinho e o incentiva a ir em frente. Come, trollzinho, pra ficar gordinho. Saciado, o troll deve pensar: “Nossa, é legal pensar desse jeito. Se eu continuar assim, um dia vou conseguir trabalho num jornal ou revista importante”. Ou: “O segredo do sucesso é sempre dizer o que se pensa, mesmo que isso seja nojento”. Nham, nham. Arf.

Esqueça todas aquelas condenações que leu na imprensa aos internautas capazes de tripudiar sobre a doença de um ex-presidente. Elas não passam de uma tentativa de maquiar com as tintas da civilidade o fato de que estas criaturas horrendas possuem um criador. Alguém que lhes dá de comer na boquinha, que os estimula a crescer, a se encorajar, a não se reprimir. Os cevadores de trolls estão todos bem empregados, não vai lhes faltar emprego. Alimentar monstrinhos atrai leitores. E eleitores.


Cynara Menezes - CartaCapital

Uma trajetória napoleônica


Boa parte dos produtos e serviços que chegam a dominar o mundo têm origem humilde. "Tudo começou com um ratinho", dizia Walt Disney. Ou uma garagem, para os que construíram o que passamos a chamar de informática. Ou um projeto de faculdade, para os que vieram depois.Nemtodos têm, como Bill Gates ou Mark Zuckerberg, vontade, oportunidade, pretensão ou vocação para dominar o mundo. Muitos
estão mais para uma mistura deProfessor Pardal com Forrest Gump. Curiosos, percebem que algo não faz sentido -e resolvem mudá-lo.

No mesmo ambiente universitário de Bill e Mark, depois do primeiro e antes do segundo, dois amigos que estudavam engenharia elétrica seguiram essa trajetória ao criarem umguia para a recém-nascida web.

Na época deles, Bill não acreditava na rede. E Mark tinha 10 anos.

David Filo e Jerry Yang não faziam ideia que o seu Yahoo! se tornaria uma das maiores empresas da internet. Até porque não existiam muitos sites, e acessá-los não era fácil. Seus primeiros índices eram quase manuais. Os tempos eram outros no fim do século passado.

Ninguém acreditou quando os dois rapazes levantaram a fortuna de US$ 2 milhões (por mais que hoje esse valor pareça uma ninharia). Com os bolsos cheios, eles arrumaram a casa e fizeram um dos primeiros IPOs do segmento. Foi umsucesso. Lançadas a US$ 33, as ações da nova empresa fecharam o dia US$ 10 mais caras.

Era só o começo de um grande império. Com o capital, começaram as aquisições: o principal repositório de páginas pessoais (Geocities), empresas de conteúdo em vídeo e áudio (Broadcast.com e MusicMatch), serviços de e-commerce (Kelkoo), comunidades (eGroups), agenda on-line (Upcoming. org), compartilhamento de fotos (Flickr) e links (Del.icio.us). Enquanto isso, o valor de cada ação chegava a quase US$ 500. A exuberância irracional não parecia ter fim. A AOL, afinal, tinha acabado de comprar a TimeWarner. O Yahoo! era o Google da época. Mas o Google ainda não tinha sido
inventado.

Em março de 2000, a bolha pontocom estourou. Desde então as coisas nunca mais foram as mesmas. Um ano depois, as ações do então fenômeno chegama valer US$ 8. Mesmo assim, no ano seguinte, ele tenta comprar o Google. E ouve um inacreditável "não". Desnorteado, o Yahoo! tenta investir no desenvolvimento de novas tecnologias. Sem uma estratégia
clara, porém, não consegue desenvolver um produto claramente melhor do que o oponente. Seu faro para aquisições já não é o mesmo, a ponto de deixar passar duas ideias promissoras: um tal de You-Tube e um tal de thefacebook. Mesmo no vermelho, ainda esnoba a tentativa de compra pela Microsoft. Hoje algumas de suas marcas, como o Flickr, são
mais populares e queridas que a empresa-mãe. O cenário, pavoroso, é parecido com o de herdeiros quatrocentões falidos, que vivem de glórias passadas enquanto tentam, a qualquer custo, vender ou alugar os terrenos que herdaram.

A triste história do Yahoo! é emblemática para os tempos pragmáticos em que vivemos. Sob certos aspectos, ela é assustadoramente parecida com a da Nokia. Ou com a do Google. Ou Microsoft. Tudo o que é sólido se desmancha no ar, já previa, oportunamente, Karl Marx.

LULI RADFAHRER, Folha de S.Paulo
folha@luli.com.br

Vida depois do Facebook - por Tom Brady do NYT


Quando a era das redes sociais estava entrando na corrente dominante, Rupert Murdoch pagou US$ 580 milhões por uma das propriedades mais quentes da internet -o MySpace. O executivo-chefe da concorrente na aquisição, a Viacom, foi demitido após seu patrão se queixar de que perder era uma "experiência humilhante".

Isso foi cinco anos atrás. Há poucas semanas, o MySpace demitiu a metade de seus 1.100 funcionários. O declínio do MySpace mais uma vez demonstra a fragilidade da mídia social, onde consumidores instáveis fazem serviços como Friendster subitamente parecerem indispensáveis, mas que desaparecem com a mesma rapidez.

Segundo a empresa de marketing comScore, o MySpace relatou 54,4 milhões de usuários no final de novembro, 9 milhões a menos que no ano anterior.

"O MySpace era como uma grande festa, e a festa mudou de lugar", disse Michael J. Wolf, ex-presidente da MTV Networks, da Viacom, e sócio-gerente de uma firma de consultoria de mídia. "O Facebook tornou-se muito mais um serviço público e um veículo de comunicação."

Os detritos da Internet incluem muitos nomes que já foram famosos. Netscape. Infoseek. Alta Vista. CompuServe. Excite@Home.

Poderia o Facebook, que hoje recebe mais acessos que o Google, um dia juntar-se a eles? O que passa para a posteridade na era da internet? O que restará quando a poeira digital baixar?

O Goldman Sachs investiu US$ 450 milhões no Facebook no início do mês, o que eleva o valor da empresa para US$ 50 bilhões. Mas antes que o Goldman comprasse essa participação, um poderoso grupo de investimentos da mesma companhia recusou a oportunidade de comprá-lo. Um motivo pelo qual Richard Friedman, um antigo sócio que administra o grupo, teria evitado o Facebook é que seu fundo foi prejudicado há dez anos após se carregar de favoritas de tecnologia e telecomunicações durante a bolha das pontocom. Um dos fundos da unidade, que levantou US$ 2,8 bilhões em 1998, investiu cerca de 70% de sua carteira em empresas da Internet.

A bolha das pontocom tornou-se uma bomba em 2001. Um dos investimentos do Goldman, a Webvan, despencou. Ela tinha sido apoiada de modo entusiástico pelo executivo-chefe do Goldman na época, Henry M. Paulson Jr., ex-secretário do Tesouro dos EUA. Ao que parece, Friedman aprendeu uma lição importante.

A Webvan.com, hoje propriedade da Amazon, continua viva. Uma das realidades assustadoras da era das redes sociais é que as impressões digitais persistem muito depois de os usuários terem partido do mundo físico. Dos mais de 500 milhões de membros do Facebook, cerca de 375 mil morrem anualmente nos EUA.

A arquitetura da web acelerou um dos aspectos mais impiedosos do capitalismo, a destruição criativa, em que empresas são postas de lado como velhos celulares. Mas é mais benigna quando se trata de legados pessoais.

"Posts" do Facebook, "tweets" do Twitter e vídeos do YouTube vão sobreviver depois que o corpo partir. Acontece que o ciberespaço pode ser mais generoso para os indivíduos do que as empresas que capitalizaram suas capacidades técnicas.

Paul Kimball, um cineasta da Nova Escócia, desenvolveu muitas amizades on-line e até colaborou em uma peça com um amigo do Facebook que morreu. Ele disse ao "Times" que "continua tendo essa conversa" com seu amigo postando um link para um dos posts do morto no Facebook e fazendo que as pessoas de seu círculo on-line reajam a ele.
"Estamos entrando em um mundo onde todos podemos deixar um legado, como George Bush ou Bill Clinton. Talvez seja a democratização definitiva", disse Kimball. "Ela dá a todos nós a possibilidade de sermos imortais."

De guerra em guerra, escalada da intolerância


De fato, os sete minutos produzidos pelo Jornal Nacional na semana passada para provar que o candidato José Serra foi duramente alvejado por manifestantes do PT, no Rio de Janeiro, ao contrário do que mostraram as imagens do SBT, deverão constar no futuro de qualquer antologia de jornalismo de ficção.



Da guerra santa à guerra suja, a campanha presidencial de 2010, que entra hoje em sua última semana, graças a Deus!, registrou uma inédita escalada de intolerância. Jogaram nos ventiladores da velha mídia e da jovem internet todos os preconceitos, ódios, medos, calúnias, mentiras, baixarias, tudo o que o ser humano pode produzir de pior.

Ainda bem que agora falta pouco. A cada dia, lendo o noticiário do jornal no café da manhã, meu estômago foi ficando mais embrulhado e teve dia em que nem me deu ânimo de escrever nada. Tentei mudar de assunto, falar sobre futebol e até do Mickey, mas não adianta. Parece que as pessoas não estão mais nem lendo o que os outros escrevem.

De nada adiantaram meus reiterados apelos para que os leitores se ativessem em seus comentários ao assunto tratado no post, evitassem agressões e ofensas, não usassem o espaço para fazer propaganda eleitoral nem escrevessem suas mensagens só com letras maiúsculas, em caixa alta, como se quisessem gritar suas verdades.

O mundo em rede é instantâneo; o PT, jurássico


Porque vivemos no mundo da informação instantânea. Porque vivemos no mundo em que aqueles que tem acesso às tecnologias da informação se transformaram em produtores e disseminadores de conteúdo, para o bem e para o mal.
Uma mentira disseminada na internet tem o potencial de se replicar N vezes antes que você seja capaz de articular uma resposta.



Escrevi, muito antes da eleição brasileira, um artigo em que descrevia a campanha eleitoral dos Estados Unidos em 2008 — eu morava em Washington, então.

Lá, a máquina de moer carne republicana fatiou Barack Obama com o objetivo de atender a preconceitos latentes nos eleitores estadunidenses:

1. Barack Obama, o muçulmano (cujo vice era satanista);

2. Barack Obama, que não nasceu nos Estados Unidos (“o búlgaro”);

3. Barack Obama, associado a um pastor “radical” (lutou contra o regime militar);

4. Barack Obama, o terrorista (recebeu em casa, uma vez, Bill Ayers, que havia integrado um grupo que jogou bombas no Pentágono e no Congresso);

5. Barack Hussein Obama, cujo sobrenome denotava submissão a bin Laden.

6. Barack Obama, que estudou em uma madrassa (a escola religiosa islâmica).

Guru Indiano do Serra reencarnará como Reinaldo Azevedo pra aprender a não fazer uma merda de site que nem esse

Minha Nossa Senhora. Que coisa horrorosa. O vagabundo recebe o que deve ter sido uma grana para dar um jeito na campanha do Serra, e a primeira coisa que o miserável me faz é o pior site de candidato do mundo. As palavras me faltam. Leiam a matéria da Folha.
Fundamentalmente, o cara transformou o site do Serra em uma central de Spam. Você vai lá, a primeira coisa que você encontra é um vídeo do Serra e um apelo (é mais uma ordem) para você fazer spam dele para seus amigos. Mas, enfim, deve ser só o começo, vamos clicar em “Ir para o site oficial” na parte de baixo da tela. E o que é o site oficial?
O site oficial é um formulário de contato em que você pode dizer porque o Serra é batuta, mas tem que cadastrar seu email para poder receber spam (se você mandou o vídeo da primeira página para algum coitado, é justo que prove do seu próprio veneno). A página tem mais duas abas, e TODAS, repito, TODAS, são formulários de cadastro para você receber spam.

R.Azevedo, o lacaio, novamente descontrolado! - "Ainda existem os editores?" indaga o Rey


Há sinais de que coisas andam feias na Campanha do PSDB. R.Azevedo - o Rey para o íntimos e blogueiro de Veja - novamente perdeu a estribeira. Sentiu nostalgia da era pré-internet e, numa fala tresloucada, passou um pito nos editores da grande mídia.

E deu a lição: Toda manchete e texto devem ser favoráveis a Zé Serra e aos Demo-Tucanos, afinal de contas os editores são pagos para manipular de acordo com a vontade de seus patrões! Roberto Civita arrumou um ótimo empregado. Atenção Mesquitas, Otavinho e Marinhos fiquem de olho nessa gente que vocês contratam!

Leia trechos do "ONDE ESTÃO OS EDITORES?" da lavra de Rey"





"O jornalismo online está se transformando mesmo numa, sei lá como chamar, aventura intelectual… A chamada do Estadão para a entrevista de Serra ao programa SBT Brasil é esta: “Serra rebate críticas de Lula”. E no texto: “Serra responde críticas de Lula à diplomacia ‘vira-latas’” Caberia, nesse caso, uma pequena tertúlia sobre a transitividade do verbo, mas deixo isso pra lá.

Ora, dada essa abordagem, os títulos para as entrevistas do tucano serão sempre o mesmo: “Serra rebate críticas de Lula”. Porque a real profissão do petista é atacar o governo FHC. No caso, foram os jornalistas que perguntaram ao ex-governador como ele via a afirmação de Lula, segundo quem o Brasil tinha uma “diplomacia vira-latas”.
(...)

Trato de fatos. Os dois títulos do jornal integram a metafísica eleitoral petista, que pretende transformar Lula em candidato. E ele não é. Que pretende fazer a disputa eleitoral se transformar num plebiscito sobre o seu governo. E isso é falso — como, aliás, já apontaram, com acerto, alguns editoriais do jornal.



Folha Online

Com saudades do tempo em que parecia divertido noticiar os desencontros entre Serra e Aécio, a Folha Online foi mais longe no jornalismo interpretativo. Leiam este trecho:
“A afirmação [Serra se disse favorável a um mandato de cinco anos, sem reeleição] deu brecha ao comentário sobre as pretensões presidenciais do ex-governador de Minas Gerais Aécio Neves, do mesmo partido do pré-candidato. Questionado sobre se o ex-governador seria seu sucessor no Planalto caso fosse eleito neste ano, Serra disse que é contra o segundo mandato há mais tempo que as especulações sobre Aécio presidente. “É uma música que eu toco há muito tempo”, comentou.

Sim, aconteceu assim. Título da Folha Online: “Na TV, Serra defende mandato de cinco anos, mas evita falar de Aécio como sucessor”. Uau!!! Releiam o que o próprio site informa. Serra está dizendo que não é favorável ao mandato de cinco anos sem reeleição só para acomodar eventuais pretensões de Aécio — vale dizer: não é para resolver questões da hora; sua opinião é anterior. E isso é também um fato.

Mas, para a Folha Online, o tucano, que nem foi eleito ainda, “evitou” falar de Aécio como seu sucessor!!!

Os sites jornalísticos parecem, hoje em dia, um aglomerado de livres-pensadores. Ainda existem os editores?"


PS.: Impossível resistir. Segue abaixo comentário de um súdito, digo internauta, nesse post do Rey. Uma pérola autêntica da Corte, mantido o original:

"VITOR disse:
abril 22, 2010 às 8:08 am
GALERA! VAMOS ESPALHAR NA NET O SITE DO BLOG DO REINALDO, JÁ QUE O PT CONTAMINOU O ESTADÃO E MUITOS OUTROS JORNAIS ON LINE, PARA QUE NÃO PUDESSEMOS REBATER SUAS MENTIRAS, NÃO DISPONIBILANDO A NÓS COMENTARMOS AS REPOSTAGENS QUE PREJUDICAM O PT OU QUE OS BENEFICIAM ATRAVÉS DA DISTORÇÃO DE PALAVRAS DE SEUS ADVERSARIOS. ENTÃO VAMOS ESPALHAR O SITE DO BLOG DO REINALDO PARA QUE TODOS TENHAM ACESSO AS VERDADES NÃO DIVULGADAS E MENTIRAS ESPALHADAS PELO PT. PARA QUE COMO DISSE SERRA, SE DEUS QUISER NOSSO FUTURO PRESIDENTE, QUE QUANTO MAIS MENTIRAS FALAREM SOBRE NÓS, MAIS VERDADE FALAREMOS SOBRE ELES."

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