• Imagen 1 STEVE JOBS, AS COISAS QUE NINGUÉM DIZ
    Quão honestamente a sua vida é avaliada.
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Toda Mídia


Obama & Dilma

O embaixador americano, Thomas Shannon, falou ao "Valor" que "há muito interesse dos dois lados de que haja um encontro o mais rapidamente possível" entre os presidentes. Falou que "há muito interesse em aprofundar nossa relação com o Brasil" e que há "confiança de que com a presidente eleita vamos ter essa oportunidade". No enunciado de capa, "Obama deve receber Dilma antes da posse".
 
À tarde, a Agência Brasil confirmou que "Dilma se reúne com Obama antes de posse e depois americano virá ao Brasil". Na agenda, a crise cambial, o pré-sal e "preocupações dos empresários americanos, que vêm perdendo espaço no Brasil para os chineses". Ecoou por agências latino-americanas e europeias.

//"MÃE DO BRASIL"


O
"Diário do Povo", do PC chinês, produziu ontem a análise ""Mãe do Brasil" destemida para enfrentar desafios críticos", do correspondente Wang Peng.
Lembra seu passado de "guerrilheira urbana" e sublinha "o conhecimento e a experiência em energia", anotando que, como ministra do setor, "ampliou o gerenciamento estatal".
Descreve Dilma como "forte apoiadora das políticas amigas do mercado de Lula", mas diz que também "defende fortalecer o papel da regulação estatal em setores estratégicos".

Lula vs. Dilma Em entrevista anteontem ao programa de
Charlie Rose na PBS, nos EUA, e na Bloomberg, no Brasil, o presidente da consultoria estratégica Eurasia, Ian Bremmer, descreveu Lula, lamentando sua saída, como o maior "estadista" emergente -e debateu com o âncora se Dilma poderia substituí-lo. Rose argumentou com o passado de combate à ditadura e com a chefia da Casa Civil. Bremmer rebateu que ela não tem o "carisma" de Lula. Aposta na China Em despacho de Cingapura, a Bloomberg deu que a "Embraer assina acordo de financiamento de US$ 1,5 bi para estimular vendas na China". Foi a manchete da Reuters Brasil, depois, "Embraer faz acordo de financiamento com a chinesa Avic".
No "Financial Times", "Embraer faz uma aposta de US$ 1,5 bi na China", citando o presidente da Embraer China, que cobra liberação de Pequim para produzir jatos maiores na subsidiária.


cfr.org



COMPETIR/COOPERAR Instituição influente na política externa dos EUA, o CFR
postou "Inovação Energética: Competição e Cooperação entre EUA, China, Índia e Brasil", de 114 págs. Propõe aos EUA "priorizar esforços com a Índia e o Brasil, onde a possibilidade de criar competidores é baixa, pois suas empresas são menos agressivas e bem-sucedidas em exportar aos desenvolvidos"
//A CHINA SE DEFENDE

O estatal "China Daily" publicou dois artigos ontem sobre estratégica geopolítica regional. No primeiro, de Yu Jincheng, da Universidade de Segurança do Povo Chinês, saúda o "triângulo estratégico emergente" que reúne "três dos Brics", China, Rússia e Índia.
O segundo, de Yang Qingchuan, da agência Xinhua, responde a texto do "NYT" que "tentou acender as chamas das disputas territoriais na Ásia". E afirma que a "teoria hegemônica não cabe na China".

//MURDOCH, SOROS E A CHINA

Em entrevista a seu próprio canal financeiro, a Fox Business, o empresário Rupert Murdoch alertou para o "enorme poder econômico" da China, que desafia os EUA. Descreveu como "assustador". E defendeu o livre comércio dos questionamentos que vem recebendo nos EUA, afirmando que ele precisa ser aproveitado "para vender mais aos países em desenvolvimento, como o Brasil -e acredito que isso está acontecendo".
Na mesma linha, o milionário investidor George Soros declarou, no canadense "Globe and Mail", que "há uma transferência realmente marcante e rápida de poder e influência, dos EUA para a China". Avaliou também que "hoje a China tem não apenas uma economia mais vigorosa, mas um governo que funciona melhor do que o americano". Cobrou "algum tipo de equilíbrio ou de compromisso entre os dois países".


nytimes.com


ANTIOBAMA O "New York Times" adiantou a revista de domingo sobre a "candidata sombra". Sarah Palin confirma que quer sair à Presidência em 2012. E o Huffington Post
deu manchete para o prefeito de NY, Michael Bloomberg, que articula chapa "independente" com o popular apresentador da NBC Joe Scarborough

Patética mídia nativa

Pode-se concluir que os (jornalistas) graúdos curvam-se diante da generosidade patronal enquanto os miúdos em tempos bicudos contentam-se com as migalhas? Talvez a explicação valha em relação a muitos casos graúdos e miúdos. Mas há que se ressaltar, em relação a outros, o ardor com que assumem os interesses do patrão. Estamos diante de uma identificação visceral, a ponto de justificar, no meu ponto de vista, uma investigação profunda


MINO CARTA, Carta Capital

Jornais e revistas ainda não perceberam que os tempos de golpismo acabaram e acreditam manter a velha in fluência do Oiapoque ao Chuí

Ocorre-me recordar Claudio Marques, que se dizia jornalista como tantos outros dispostos a enganar o público e, eventualmente, a si próprio. Assinava uma coluna no Shopping News, jornal publicitário de circulação gratuita na São Paulo de 1975. Tempo de ditadura e de recrudescimento do Terror de Estado após o discurso dito “da pá de cal”, pronunciado no começo de agosto pelo ditador Ernesto Geisel para avisar aturdidos navegantes que “a distensão lenta, gradual, porém segura” haveria de sofrer uma interrupção. Foi nesta ocasião que Ulysses Guimarães, em pronunciamento na Câmara, comparou Geisel a Idi Amin Dada.

Pois Claudio Marques, caçador de comunistas agachados atrás de cada esquina, passava seu tempo a denunciar os vermelhos comandados por Vlado Herzog, a cujos cuidados estavam entregues os programas noticiosos da TV Cultura. Marques contava com a aprovação ampla, geral e irrestrita do DOI-Codi, ex-Operação Bandeirantes, e foi enfim premiado com a prisão, ou melhor, o sequestro dos jornalistas alvejados, a começar por Herzog, assassinado pelos torturadores no mesmo dia em que deu entrada no quartel do DOI-Codi. Dia 25 de outubro, um sábado.

Os que “defendem a democracia’

Por trás dessa “defesa”, há uma mutação; com esses defensores, a democracia não precisa de inimigos


Vladimir Safatle, Folha de S.Paulo


A reta final desta campanha presidencial talvez seja lembrada como o início de um certo realinhamento da política brasileira. Durante o governo Lula, vimos várias críticas às práticas políticas do consórcio governista. De fato, um dos pontos fracos do governo foi a ausência de vontade política capaz de ultrapassar os vícios institucionais da democracia brasileira, suas negociações obscuras, impronunciáveis, assim como de inaugurar um ciclo de aprofundamento das práticas de participação popular na gestão do Estado.

Um modelo partidário trazido do atraso



"A ideia de propaganda política via mídia (...) tornou-se a única ação efetiva da oposição brasileira, exercida, porém, de fora dos partidos. Teoricamente, a mídia tradicional brasileira não é partidária. Na prática, exerce essa função no hiato deixado pela deficiente organização dos partidos que hoje estão na oposição ao presidente Lula. E o produto final não é exatamente a agregação de adeptos, mas uma conversa entre iguais, que se autoalimenta de um discurso trazido do udenismo, pouco propenso a conduzir um debate propriamente ideológico."



Por MARIA INÊS NASSIFValor


A “mexicanização” do quadro partidário brasileiro é um debate a ser colocado em devidos termos. A ameaça de que o PT, depois das eleições de outubro, se transforme num Partido Revolucionário Institucional (PRI), que governou o México de 1929 a 2000, é apresentada como “denúncia”. Isso é, no mínimo, um equívoco. A questão merece ser tratada criticamente por todos os atores do cenário político, sob pena de a eleição consolidar, de fato, e por um bom tempo, um único partido com condições de acesso ao poder pelo voto.

Essa perspectiva está colocada não porque o PT trapaceou, mas porque a oposição acreditou demais no seu poder de influenciar massas via convencimento das elites. É uma estratégia medíocre de ação política, num mundo onde o acesso à informação tem aumentado e ao mesmo tempo saído da órbita exclusiva da influência dos grandes grupos, e num Brasil onde um grande número de cidadãos-eleitores deixou a pobreza absoluta, outro tanto ascendeu à classe média, a escolaridade aumentou, o acesso à internet é maior e a influência das elites sobre os mais pobres tornou-se muito, muito relativa.

A pancadaria na mídia vai piorar, sim!


Agora, na reta final da eleição, ou nos próximos meses, no início de um provável governo Dilma, a sociedade brasileira terá que dar conta dessa questão. A democracia brasileira precisa enfrentar e enterrar os velhos barões da mídia. Eles levarão uma surra nas urnas, abraçados ao candidato tucano. Mas - ao contrário de Serra - ainda não viraram Tiririca: são capazes de coisas muito piores do que promover crises e inventar escândalos. Já provaram isso no passado, como escrevi aqui.

Por Rodrigo Vianna do blog Escrevinhador

Serra já tentou ser bonzinho. Já tentou ser Zé. Tentou virar Lacerda, batendo à porta dos quartéis. Agora, virou o inquisidor-mor do Brasil (ou “caluniador”, como Dilma pregou na testa do tucano): nada disso deu resultado.

Serra encolhe, já beira os 20% dos votos na pesquisa Vox/Band/IG. Ele, a essa altura, virou uma espécie de Tiririca: pior do que está não fica.

O problema é que isso não tem graça nenhuma. Quanto mais despenca, mais Serra se afunda no gueto: vira um candidato acuado, ressentido, que mexe com os piores sentimentos do conservadorismo no Brasil. Quem fica ao lado dele é só a turma que quer conter o “comunismo”, que chama Bolsa-Família de “bolsa-esmola”, que insiste em chamar Lula de ”analfabeto”, “nordestino ignorante”, ”apedeuta”.

Passada a eleição, o tucano provavelmente vai ser lançado ao ostracismo. Mas o discurso do ressentimento – que ele encampou – seguirá vivo. Especialmente na velha imprensa. O festival de escândalos fabricados às vésperas da eleição mostra qual o clima que se pode esperar durante um provável governo Dilma. A guerra vai seguir. Engana-se quem pensa que o céu ficará desanuviado. Não. Derrotada e minoritária, a mídia velha vai ficar ainda mais aguerrida. Testará a capacidade de resistência de Dilma.

Lula não comprou essa briga de frente. Confiou em sua capacidade de ser o comunicador maior do governo, comendo pelas beiradas a velha mídia. Dilma não tem (ainda) a capacidade de mobilização de Lula. Como Dilma vai enfrentar a “Veja”, “O Globo”, a “Folha”, o “Estadão”?

Os três últimos são da velha escola golpista. A primeira é da nova escola fascista.

A provável presidenta Dilma travará essa batalha sozinha, no peito e na maciota, como fez Lula? Não. Essa precisa ser uma batalha da sociedade.

Há quem defenda a necessidade de uma articulação de partidos, sindicatos, movimentos sindicais, blogueiros e jornalistas progressistas, para dizer à turma (sedenta de sangue) que está do outro lado: se tentarem avançar o sinal, haverá reação.

Agora, na reta final da eleição, ou nos próximos meses, no início de um provável governo Dilma, a sociedade brasileira terá que dar conta dessa questão. A democracia brasileira precisa enfrentar e enterrar os velhos barões da mídia. Eles levarão uma surra nas urnas, abraçados ao candidato tucano. Mas - ao contrário de Serra - ainda não viraram Tiririca: são capazes de coisas muito piores do que promover crises e inventar escândalos. Já provaram isso no passado, como escrevi aqui.

A Serra o que é de Serra: NADA


Serra perdeu a voz, a vez, está mal no santinho, na paróquia, etc. Só não perdeu o grito. Dilma disse muito bem que eleição se ganha no voto, não em pesquisa. Mas há quem queira ganhar no grito, já que não tem outro recurso.

Na mídia européia aumentou o número de referências a que Dilma Roussef pode ganhar no primeiro turno. De Portugal à Alemanha, do Reino Unido à França, comenta-se a possibilidade.

Às vezes isso desagrada. Para comentaristas conservadores, Dilma é uma "estatista" convicta, mais do que Lula. Isso é uma dor de cabeça. O governo Lula tirou o Brasil da crise financeira rapidamente e com pouco dano porque está fazendo o contrário do que

Mário Augusto Jakobskind: Quem perde com eleição


(...) o principal neste momento é analisar a derrota acachapante que vem sofrendo a mídia de mercado tipo Veja, O Globo, Folha de S. Paulo, O Estado de S. Paulo, TV Globo e outros veículos de imprensa que diariamente se opõem a Lula e a sua candidata. Ou seja, apesar disso, Lula está transferindo praticamente cem por cento dos seus votos para Dilma Roussef, o que os analistas de plantão diziam que jamais aconteceria.

Três de outubro se aproxima e a se confirmarem os resultados das pesquisas indicando uma vitória avassaladora de Dilma Roussef já no primeiro turno, as análises a serem feitas devem transcender o aspecto político partidário propriamente dito e o significado do fenômeno Lula na história brasileira. (CLIQUE abaixo em "Mais informações" para continuar lendo)

A nova derrota da grande mídia

    
Em reunião da Associação Nacional dos Jornais, a presidente da entidade, Judith Brito (foto), chegou a dizer com todas as letras que, na falta de uma oposição partidária, era preciso a imprensa assumir este papel, como de fato fez. Os líderes demotucanos acharam que isto seria suficiente para derrotar Lula e a sua candidata.

Ao se confirmarem as previsões de todos os principais institutos de pesquisa apontando a vitória de Dilma Rousseff no primeiro turno das eleições presidenciais, não serão apenas o candidato José Serra e sua aliança demotucana de oposição os grandes derrotados. Perdem também, mais uma vez, os barões da grande mídia brasileira.

De como partido político e jornalismo são coisas bem diferentes



do blog jornalismob.wordpress.com

Aconteceu no dia 18 de março, mas veio à tona essa semana. Foi em uma reunião da Fecomércio, o que, por si só, já é sintomático. Judith Brito, essa aí de cima, diretora-superintendente da empresa Folha da Manhã S.A., que edita a Folha de S.Paulo, e presidente da Associação Nacional de Jornais (ANJ), teve um lapso (se fosse Dilma, era uma gafe imperdoável, estampada nas capas de jornais, como quando ela erra um nome de cidade, por exemplo, algo bem menos grave).

A escorregada de Judith chega quase a ser bonita. Tem um ar de sinceridade comovente. Ela admite que os jornais agem como partidos, como oposição. Vale citar: “Na situação atual, em que os partidos de oposição estão muito fracos, cabe a nós dos jornais exercer o papel dos partidos. Por isso estamos fazendo [isso]”. Falando em questões éticas, a parte boa da história é admitir. A parte ruim é todo o resto, ou seja, fazer isso.

Afinal, um partido político deve obedecer legislação específica para ele. Tem regras a cumprir. Um jornal tem regras diferentes, obedece a leis diferentes, é registrado de outra forma. Para exercer papel de partido político, é preciso registrar-se como tal e seguir as regras do jogo. Da forma como é feito, a imprensa é não só um partido, mas um partido em posição privilegiada, com acesso a todos os brasileiros de forma direta, através dos meios de comunicação. Não se trata de um partido ter os meios de comunicação nas mãos, mas de ser os próprios. Paradoxal.

As citações de suas falas, retiradas de texto de Jorge Furtado e da própria Folha de S.Paulo, chegam a comover: “esses meios de comunicação estão fazendo de fato a posição oposicionista (sic) deste país”. Engraçado é que contam para os leitores que fazem jornalismo. Corrijam-me se eu estiver enganada, mas no meu dicionário jornalismo é outra coisa.

Outra questão pertinente levantada por Jorge Furtado é o motivo de a imprensa fazer oposição a Lula e não fazer a Serra. O grave de tudo é que ela admite que os jornais querem alcançar o poder. É feio fazer isso sem concorrer nas eleições. É antidemocrático. E é incoerente criticar políticos por propaganda eleitoral antecipada, por exemplo, e, ao mesmo tempo, fazer propaganda constante para atingir o poder sem sequer tentar oficialmente a via eleitoral. Como funciona esse jogo? Não conheço essas regras, não estão escritas em lugar nenhum. Aliás, observando assim, chegar ao poder sem concorrer nas eleições, leva jeito de golpe.

Isso tudo é o mais grave, de consequências nefastas para a população. Mas é também muito feio fazer tudo isso sem admitir. Por isso que o lapso de Judith Brito ganha um descontinho, mas os jornais continuam em déficit. Porque até agora ainda não admitiram oficialmente que agem com interesses eleitorais. O único veículo da grande imprensa a afirmar apoio a candidatos em eleições é a Carta Capital, mas o faz sem esquecer os interesses jornalísticos que a guiam. O resto, de um modo geral, esquece esses interesses para fazer campanha sem nem comunicar. Tudo invertido.

Agora resta a leitura dos editoriais. Se começarem pelo menos a admitir o apoio a determinados candidatos, estamos evoluindo. Mas, sinceramente, duvido.

* Glória Marinho volta à Globo como repórter na próxima sexta-feira, dia 9, direto da Ásia, no Globo Repórter.

Mídia e Serra

Jornal a serviço do PSDB tenta desqualificar a blogosfera

A Folha de S.Paulo, jornal panfleto do PSDB, saiu com uma matéria, desqualificando os blogueiros.

"Yes we can"...Sim, nós podemos" Nós blogueiros, as formiguinhas de magafone, estamos incomodando a poderosa Folha. Hoje a Folha fez um ataque gratuito aos blogs na tentativa de desqualificar a blogosfera que está contra o candidato deles, José Serra. Se o pouco que nós fizemos até agora, já colocou a Folha em alerta é porque estamos no caminho certo... Há uma necessidade emergencial dos setores sociais organizados investirem numa comunicação alternativa, que faça frente à massificação da grande mídia capitalista. E hoje, mais do nunca, isso é possível através da internet

do blog Amigos do Presidente Lula




Veja o que diz a Folha José Serra presidente



A lei determina que a campanha eleitoral na internet comece somente após 5 de julho. Mas para uma legião de militantes a caça aos votos já começou no mundo virtual, e com "linha editorial" bem definida: a tentativa de desqualificar o adversário.


Diferentemente dos sites oficiais, que procuram ressaltar apenas propostas, entrevistas e realizações do pré-candidato preferido, a "infantaria virtual" investe contra o algoz com manipulações de imagem, ofensas, acusações sem provas e exploração de escorregões, tudo hospedado em sites e blogs ou distribuído via e-mail e comunidades virtuais.


Não raro o ataque vem em embalagem humorística. Um e-mail que circula há alguns dias traz uma sugestão de camisas anti-Dilma com dizeres como "agora o mensalão vem "dilmaleta'" e "corruptos "dilma figa'".


Serra também é "estrela" no YouTube patrocinado por dilmistas. O hit é a gravação em que ele participa, em setembro de 2009, de um evento ao lado do então governador José Roberto Arruda (sem partido), que teria o nome envolvido em escândalo de corrupção do DF dois meses depois.



À ocasião, Serra diz não resistir a fazer uma piada: "Se eu definisse algo no plano nacional e ele [Arruda] viesse junto, o lema seria: vote em um careca e ganhe dois". A libertação de Arruda na semana passada, após dois meses de prisão, levou sites dilmistas a explorar a situação. Em um deles, a legenda dizia: "Arruda foi libertado. Já pode participar da campanha do Serra".


Outros vídeos bastante explorados são aqueles em que o tucano assegurava, na campanha à Prefeitura de São Paulo de 2004, que iria cumprir os quatro anos de mandato (ele saiu em 2006 para disputar o governo) e a entrevista em que, antes de dizer que a transmissão da gripe A pode ser feita de pessoa a pessoa, afirma que ela "é transmitida dos porquinhos pras pessoas só quando eles espirram ou quando a pessoa chega lá perto do nariz do porco".


Arsenal
As páginas da "infantaria petista" também trazem à exaustão, em variadas versões legendadas e modificadas, a foto em que Serra, em 2007, finge mirar fotógrafos com um fuzil belga, durante solenidade de homenagem ao 3º Batalhão do Grupo de Ações Táticas Especiais.





Pesquisa aleatória na internet mostra que os dilmistas têm um maior número de sites organizados anti-Serra do que o contrário -Blog da Dilma, Anti-Tucano, os Inimigos de José Serra e Os Amigos do Presidente Lula são alguns deles.Aqui para quem não assina

As meninas do Serra (que papelão heien...)



2leep.com
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