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Dilma deve ser escolhida hoje 1ª mulher presidente

 
PETISTA CHEGA À VÉSPERA DA ELEIÇÃO À FRENTE EM QUATRO DAS CINCO REGIÕES, COM EXCEÇÃO DO SUL, E REVERTE A VANTAGEM DO 

RIVAL ENTRE EVANGÉLICOS
TUCANO OSCILA UM PONTO PARA CIMA DENTRO DA MARGEM DE ERRO, APARECE À FRENTE ENTRE ELEITORES DE NÍVEL SUPERIOR, MAS NÃO AVANÇA NO NORDESTE

Folha S.Paulo

A candidata do PT Dilma Vana Rousseff, 62, deve ser eleita hoje a primeira mulher presidente do Brasil, aponta pesquisa Datafolha realizada sexta-feira e ontem em 257 cidades de todo o país, com 6.554 eleitores. Dilma tem 55% dos votos válidos, contra 45% registrados por José Serra, 68, que concorre ao cargo pela segunda vez pelo PSDB.
Caso se confirme a previsão, Dilma, ungida candidata por escolha pessoal do presidente Luiz Inácio Lula da Silva -que chega à reta final com aprovação recorde de 83%-, será a 40ª presidente da história do país.

Assunto tabu no comitê petista, a "bolsa de ministeriáveis" tem alguns cotados para assumir postos-chave no novo governo, como o ex-ministro da Fazenda Antonio Palocci Filho, que pode comandar a transição.

Em uma campanha marcada pela troca de acusações, por escândalos -como o tráfico de influência na Casa Civil e a quebra de sigilo fiscal de dirigentes tucanos- e pela discussão de temas religiosos, como aborto, Dilma e Serra se despediram em Minas Gerais, segundo maior colégio eleitoral do país.

Apesar da provável vitória de Dilma, com o resultado dos oito Estados que ainda não escolheram governadores e do Distrito Federal, a oposição deve sair da eleição administrando metade do eleitorado do Brasil.

Serra acusa Dilma de ser desquitada

Ao lado de Serra, Fernando Gabeira confessou que nunca quis usar a sunguinha, mas foi convencido por Dilma: “Ela queria ferir a família brasileira.”
 
APARECIDA DO NORTE – Visivelmente transtornado, o candidato tucano à presidência da República, José Serra, declarou ontem à imprensa que não está preparado para lidar com a informação de que a sua opositora, Dilma Rousseff, “é uma desquitada”. O ex-governador de São Paulo explicou que recebera a notícia de “meu mentor Dom Eugênio Salles”, mas, a princípio, não acreditara. “Não sou ingênuo”, disse o tucano, “sei que Dilma já convenceu dezenas de companheiras a fazer aborto – e algumas delas nem estavam grávidas –, celebrou missas negras, leu as obras completas de Carlos Zéfiro e dançou muito iê-iê-ie, mas, daí a descobrir que ela é desquitada, isso já são outros quinhentos.”

Serra afirmou que, não obstante tais revelações, o PSDB fará uma campanha limpa. “Deus-Pai é minha testemunha de que nunca julguei o meu semelhante. Se Dilma dançava música lenta de Elvis colada a companheiros ateus, em saturnálias movidas a Cuba Libre, isso é problema dela, não meu, e cabe à família brasileira decidir que tipo de presidente o Brasil precisa”, disse o candidato, de joelhos diante de uma imagem de Nossa Senhora.

Persignando-se, Serra fez uma sentida oração pela alma de Dilma, “para que o Senhor tenha compaixão e a perdoe por aquela noite de março de 1963 em que chegou em casa depois de uma da madrugada, e não às onze da noite, como prometera aos pais.”

Tomando uma hóstia nas mãos, o candidato deixou claro que não se furtará a debater com a petista, “contanto que não seja em um domingo, pois, ao contrário de certas pessoas, Mônica e eu guardamos o dia santo, glória ao Pai”.

Serra deu a entender que a campanha petista quer marcar o primeiro debate do segundo turno propositadamente no dia de Nossa Senhora Aparecida, por sugestão de três hereges, dois maometanos e sete cismáticos ligados à candidatura governista.

The i-Piauí Herald


 Dilma será apresentada ao povo como uma mulher impiedosa, capaz até de matar para transformar o Brasil numa ditadura comunista. Ela seria, por este raciocínio, a chefe suprema do Estado aparelhado. Os impactos eleitorais de uma mensagem como essa são imprevisíveis.




Por MARCELO SALLES, no Blog Escrevinhador


A direita brasileira, cujo ícone maior são as corporações de mídia e os partidos PSDB e DEM, tem uma estratégia bem traçada para setembro: atacar o PT, o governo e Dilma. Se pudéssemos dividir o mês em três partes, diria que os dez primeiros dias foram dedicados a atacar o PT (acusação quebra de sigilos), os dez dias seguintes para atacar a Casa Civil (acusação tráfico de influência) e, no último terço do mês, o ciclo deve se fechar com ataques centrados diretamente na figura da candidata Dilma (acusação de terrorismo e, quiçá, assassinato enquanto resistia à ditadura de 1964).

Amigos de Dilma


Ou os adversários de Dilma conseguem comprometê-la com alguma prova, ou ela chegará à eleição santificada



Por Jânio de Freitas

Dilma Rousseff caminha, aos empurrões, para o inesperado. Quis ser candidata e talvez, com a ajuda de vontades celestiais e sobretudo da divindade planaltina, tornar-se presidente da República. Ao que os fatos sugerem, não é só o que o destino lhe promete.
O que se passa cabe em uma equação simples: ou os adversários de Dilma conseguem afinal comprometê-la com alguma prova, ao menos com algum indício inexplicável, ou Dilma chegará à eleição santificada por uma pureza jamais imaginada entre tantas bandalheiras nacionais.
O bombardeio incessante na base do "filho da sucessora" ou "filho do braço direito" que "teria feito", e da responsabilidade por quebra de sigilos na Receita, e até de alimentar "atentados à democracia" (como disse José Serra na semana passada), ficam como acusações só por acusar. E o acúmulo dos seus insucessos compõe um atestado de idoneidade exemplar. Como efeito final, levam grande parte do eleitorado ao oposto do pretendido. O que já está captado em reportagens.
A José Serra e aos demais adversários ferrenhos de Dilma Rousseff só restam três semanas para conseguir que uma de suas novas ofensivas, ao menos uma, não se exponha como apelação nada dignificante para os autores.

Serra: odeio FHC

Um dos episódios que ficou mais marcado em eleições e as respectivas pesquisas de institutos foi a foto de FHC  se sentando na cadeira de prefeito de São Paulo, antes das eleições. Perdeu para  Jânio Quadros. FHC ele  derrotado, Serra lembra com prazer disso, para tentar atingir Dilma.

Uma plateia de cerca de 300 pessoas, na maioria formada por nordestinos, o candidato do PSDB à Presidência da República, José Serra, acusou a adversária do PT, Dilma Rousseff, de já ter sentado na cadeira presidencial um mês antes da eleição e advertiu que essa atitude pode demonstrar falta de respeito com os eleitores. "Sentar na cadeira um mês antes da eleição é uma atitude que talvez seja falta de respeito com os eleitores", alfinetou o tucano. "Quem decide quem vai sentar na cadeira é o povo e não o candidato."

Mário Augusto Jakobskind: Quem perde com eleição


(...) o principal neste momento é analisar a derrota acachapante que vem sofrendo a mídia de mercado tipo Veja, O Globo, Folha de S. Paulo, O Estado de S. Paulo, TV Globo e outros veículos de imprensa que diariamente se opõem a Lula e a sua candidata. Ou seja, apesar disso, Lula está transferindo praticamente cem por cento dos seus votos para Dilma Roussef, o que os analistas de plantão diziam que jamais aconteceria.

Três de outubro se aproxima e a se confirmarem os resultados das pesquisas indicando uma vitória avassaladora de Dilma Roussef já no primeiro turno, as análises a serem feitas devem transcender o aspecto político partidário propriamente dito e o significado do fenômeno Lula na história brasileira. (CLIQUE abaixo em "Mais informações" para continuar lendo)

Dilma abre 20 pontos e já ultrapassa Serra em SP e no RS

A candidata do PT a presidente, Dilma Rousseff, manteve sua tendência de alta e foi a 49% das intenções de voto. Abriu 20 pontos de vantagem sobre seu principal adversário, José Serra, do PSDB, que está com 29%, segundo pesquisa Datafolha. Os contratantes do levantamento são a Folha e a Rede Globo.

Realizada nos dias 23 e 24 com 10.948 entrevistas em todo o país, o levantamento também indica que Dilma lidera agora em segmentos antes redutos de Serra. A petista passou o tucano em São Paulo, no Rio Grande do Sul e no Paraná e entre os eleitores com maior faixa de renda.

O colapso do PSDB

Trata-se do capítulo final da dissolução ideológica de uma sigla que só teria alguma chance se tivesse ensaiado algo que o PS francês tenta hoje: reorientação programática a partir de um discurso mais voltado à esquerda e (algo que nunca um tucano terá a coragem de fazer) autocrítica em relação a erros do passado.

Há algo de melancólico na trajetória do PSDB. Talvez aqueles que, como eu, votaram no partido em seu início, lembrem do momento em que a então deputada conservadora Sandra Cavalcanti teve seu pedido de filiação negado. Motivo: divergência ideológica.


De fato, o PSDB nasceu, entre outras coisas, de uma tentativa de clarificação ideológica de uma parcela de históricos do MDB mais afeitos às temáticas da socialdemocracia européia.

O que é um tucano?


O tucano dorme assistindo o programa do Jô.
O tucano acorda assistindo o Bom dia Brasil.
O tucano acha o Galvão Bueno a cara e a voz do Brasil.
O tucano recorta todos os artigos da página 2 da Folha para ler depois.

Avis rara, animal político com grave risco de extinção, o tucano se diferencia dos outros animais. Identifiquemos suas características, antes que seja tarde demais:

FHC morreu, Getúlio está vivo: Dilma é o encontro do PT com a herança varguista

FHC propôs ao Brasil (desnacionalização, abertura total dos mercados, privatização – em suma, a receita neoliberal dos anos 90) morreu. FHC não consegue um candidato para defender seu legado (?!). Serra em 2002, Alckmin em 2006 e Serra de novo em 2010: todos fugiram de FHC. Três tucanos envergonhados, e um programa derrotado.

Getúlio Vargas morreu há exatos 56 anos (meteu uma bala no peito em 24 de agosto de 1954). Enterrado em São Borja (RS), segue mais vivo do que nunca.

Já houve quem quisesse enterrá-lo, politicamente. Foi o então presidente Fernando Henrique Cardoso, logo depois de eleito em 1994. Não conseguiu. E parece que está amargurado com isso. Esses dias mesmo, FHC atacou o Brasil numa entrevista patética a um dos jornais de direita na Argentina (clique aqui para ler o que disse FHC ao “Clarin”).

Tucanos agora buscam culpados

Se nem o presidente do PSDB, o pernambucano Sergio Guerra, quis usar a imagem do candidato tucano em sua campanha para deputado federal, que tipo de fidelidade se poderia esperar dos outros? Serra escondeu FHC e os candidatos da aliança demotucana esconderam Serra.

Antes mesmo da divulgação do novo Datafolha na noite desta sexta-feira, com a disparada de Dilma abrindo 17 pontos de vantagem sobre Serra (47 a 30), os tucanos já tinham começado a temporada de caça aos culpados pelo desastre.

Como já tinha acontecido nas derrotas de 2002 e 2006, a aliança demotucana (PSDB-DEM-PPS-PTB) está se desmilinguindo, cada um colocando a culpa no outro e todos responsabilizando o candidato, que está sendo largado pelo caminho faltando ainda seis semanas para o primeiro turno das eleições de 2010.

A nova derrota da grande mídia

    
Em reunião da Associação Nacional dos Jornais, a presidente da entidade, Judith Brito (foto), chegou a dizer com todas as letras que, na falta de uma oposição partidária, era preciso a imprensa assumir este papel, como de fato fez. Os líderes demotucanos acharam que isto seria suficiente para derrotar Lula e a sua candidata.

Ao se confirmarem as previsões de todos os principais institutos de pesquisa apontando a vitória de Dilma Rousseff no primeiro turno das eleições presidenciais, não serão apenas o candidato José Serra e sua aliança demotucana de oposição os grandes derrotados. Perdem também, mais uma vez, os barões da grande mídia brasileira.

Serra em parafuso

(..) se uma candidatura oposicionista estava praticamente condenada, desde o início, a perder esta eleição, isso não é desculpa para a malandragem tentada no horário político de Serra.

Em matéria de campanha eleitoral, minha curiosidade agora se resume ao seguinte: quem é, como surgiu, quando foi inventado e por que foi escolhido o marqueteiro de José Serra.

A iniciativa de colocar Serra na garupa de Lula valeria o prêmio de maior desastre em marketing eleitoral dos últimos 20 anos. Aliás, talvez valesse puxar pela memória e fazer uma lista.

"Celebridades" nas Eleições

Por que Serra está perdendo as eleições.(E por que a Dilma está ganhando)

Perde o Serra e perdem os tucanos porque assumiram o modelo neoliberal no Brasil, promoveram o Estado mínimo, diminuírem os gastos públicos especialmente em políticas sociais, para obedecer às Cartas de Intenções que assinaram com o FMI,

Ganhar – ou perder – uma eleição depende, antes de tudo, do consenso dominante no período eleitoral. Este, por sua vez, não é construído durante o processo eleitoral. Ele pode ter variações na forma das campanhas expressá-lo. Mas ele se constrói antes, vai se construindo ao longo do tempo e se cristaliza no processo eleitoral.

Serra e Folha: Decadência de um modelo de manipulação




Superestimando seu próprio poder, usando um instituto de pesquisa para fazer politicagem e reagindo de forma autista a uma realidade que ainda parece incapaz de entender, o Grupo Folha é o mais siamês parceiro de derrota de José Serra


Há algumas diferenças entre a campanha presidencial de 2006 e a deste ano, e uma das mais notáveis é a perda de influência dos setores da mídia que apostaram numa compreensão unilateral da informação. Esse (des)entendimento da informação como uma avenida de mão única é parte da explicação do colapso da candidatura de José Serra e do baile sociológico-estatístico sofrido por um de seus suportes, o DataFolha. Eles apostaram no mundo velho.



Folha joga "carga" ao mar em obituário de Serra


Na corrida contra o relógio para mitigar uma credibilidade em ruína, Folha aproveita o horário eleitoral para 'convergir' suas pesquisas (Datafolha: Dilma 47% X Serra 30%) e largar a alça do esquife tucano. Seu editorial deste sábado é a mais pura expressão do clássico 'o roto falando do rasgado': o oportunismo ataca o oportunista. O jornal da família Frias se junta ao êxodo de roedores por todo o país, como se não fora a mídia demotucana o alicerce de arranque que insuflou, alimentou e deu legitimidade à construção de um antilulismo elitista, agressivo e preconceituoso, que teve na plutocracia paulista, no PSDB de São Paulo e na classe média porosa ao colunismo da Folha, seu principal polo germinador. Serra é a síntese dessa coalizão de interesses e agora estrebucha. Resta saber como reagirá ao abandono dos patrocinadores. Confira trechos do editorial: " [...] Num cúmulo de parasitismo político, o jingle veiculado no horário do PSDB apropria-se da missão, de todas a mais improvável, de “defender” o presidente contra a candidata que este mesmo inventou para a sucessão. “Tira a mão do trabalho do Lula/ tá pegando mal/… Tudo que é coisa do Lula/ a Dilma diz/ é meu, é meu.” Serra, portanto, e não Dilma, é quem seria o verdadeiro lulista. A sem-cerimônia dessa apropriação extravasa os limites, reconhecidamente largos, da mistificação marqueteira[ ...] em vez de um político disposto a levar adiante suas próprias convicções, o que se viu foi um personagem errático, não raro evasivo, que submeteu o cronograma da oposição ao cálculo finório das conveniências pessoais, que se acomodou em índices inerciais de popularidade, que preferiu o jogo das pressões de bastidor à disputa aberta, e que agora se apresenta como “Zé”, no improvável intento de redefinir sua imagem pública.Não é do feitio deste jornal tripudiar sobre quem vê, agora, o peso dos próprios erros, e colhe o que merece. Intolerável, entretanto, é o significado mais profundo desse desesperado espasmo da campanha serrista.Numa rudimentar tentativa de passa-moleque político, Serra desrespeitou não apenas o papel, exitoso ou não, que teria a representar na disputa presidencial. Desrespeitou os eleitores, tanto lulistas quanto serristas...'  - - Carta Maior

Campanha de Dilma ganha página inteira em jornal francês


Serra está perdendo o moral diante da concorrência com Dilma. Já Marina Silva, do Partido Verde, não conseguiu sensibilizar as massas com seu discurso ecológico. Segundo o diário francês, o programa da ex-ministra do Meio Ambiente agrada mais aos intelectuais do que a um povo feliz com sua Bolsa-Família e acesso ao crediário, benefícios criados pelo atual presidente.

O jornal francês, Libération.fr, dedica uma página inteira à onipresença do presidente brasileiro na campanha eleitoral de Dilma Rousseff, afirmando que ela pode ganhar graças à popularidade de Lula.

Para o jornal francês Libération, a campanha presidencial brasileira, que entrou na fase decisiva, é um duelo com a sombra do carismático Luiz Inácio Lula da Silva. Como constitucionalmente ele não pode se reeleger para um terceiro mandato, Lula teria canalizado toda sua força política para sua protegida Dilma Rousseff, analisa o diário.

Armação no debate Folha/UOL


Assessor do PSDB é escolhido para fazer pergunta 'de internauta' a Serra.
Ironia das ironias, a pergunta sobre “toma-lá dá-cá” de cargos, no debate dos presidenciáveis promovido pelo UOL/Follha , foi feita justamente por alguém que ocupa cargo público na base do “toma-lá dá-cá”, na Câmara dos deputados, na liderança do PSDB.


Durante o debate Folha/UOL, duas perguntas "de internautas" dirigidas para Serra – uma sobre o loteamento de cargos, outra sobre impostos – chamaram atenção, por parecer combinada, sob encomenda para o demo-tucano.

O que teria sido, se não fosse

(...) os brasileiros caíram na real. Se deram conta que o principal problema do país é a desigualdade, a injustiça. Se deram conta, na comparação entre o governo FHC e o governo Lula, das diferenças substanciais, em todos os planos, a favor deste. Que o primeiro governou para poucos e que Lula governa para todos, privilegiando os mais necessitados.

Este é um momento bom para ler a imprensa – que é a pior coisa que o Brasil tem. Um momento cômico.

Como explicar que, tendo razão em tudo o que escrevem há anos, e dispondo de um candidato insuperável, contra um “poste”, se aproximam de uma catástrofe irremediável?

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