• Imagen 1 STEVE JOBS, AS COISAS QUE NINGUÉM DIZ
    Quão honestamente a sua vida é avaliada.
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Toda Mídia


Juros e o maremoto
No topo das buscas de Brasil no Google News, com Reuters, "Próximo governo focará redução de juros". A nova equipe decidiu fazer "grande esforço" fiscal para derrubar as taxas, "temendo que, do contrário, será vítima de um maremoto de dinheiro", citando a "flexibilização quantitativa" nos EUA.
Em entrevista destacada em diversos despachos da Bloomberg, Guido Mantega afirmou que o "Brasil vai congelar US$ 12 bilhões para ajudar a derrubar taxa". Os cortes incluiriam PAC e BNDES.


 

Antes, o "Financial Times" postou que o "Ritmo da alta no crédito cria temor no Brasil". Destaca, de um executivo financeiro: "O crescimento veio das classes C, D e E. Essas famílias não têm educação financeira e tomam crédito indiscriminadamente".

forbes.com
Na capa, Assange "quer espalhar os seus segredos corporativos". No destaque interno, é descrito como "o profeta de uma era de transparência involuntária para governos e empresas" //OS PRÓXIMOS VAZAMENTOS

Na nova "Forbes", o editor do WikiLeaks, Julian Assange, avisa que o próximo "megavazamento" vai atingir "um grande banco dos EUA". No final da tarde, a Reuters despachou que pode ser o Bank of America, citado por ele em entrevista à "Computerworld". "Estamos sentados em 5 gigabytes do Bank of America, um disco rígido de executivo", disse, há um ano.
Na longa entrevista à nova "Forbes", que priorizou os futuros vazamentos corporativos e ecoou por "FT" e outros, ele diz que divulga os documentos "no início do ano que vem". Que eles mostram "como os bancos funcionam no nível executivo" e devem levar a "investigações e reformas".
Acrescentou que tem material sobre "espionagem industrial" em tecnologia por um "grande governo". Citou os EUA.

//ASSANGE VS. CLINTON

"De algum lugar não revelado", via Skype, Assange falou ontem à "Time". No destaque, ele afirma que a secretária de Estado "deveria se demitir, se ficar demonstrado que ela foi responsável pela ordem, aos diplomatas americanos, de espionagem na ONU, em violação dos tratados assinados pelos EUA".
Relata que o WikiLeaks têm processado "cerca de 80 documentos por dia", mas "isso vai crescer gradualmente conforme entrarem outros parceiros de mídia", pelo mundo.
O "Guardian" noticiou que a Interpol colocou Assange em uma lista internacional de procurados. E que ele, segundo amigos, "estaria em algum lugar secreto perto de Londres, junto com outros hackers e aficcionados do WikiLeaks". Seu estado de espírito, contam, está leve, alegre.

Sob ataque 1 A home do "Washington Post" destacou que o procurador-geral Eric Holder abriu uma "investigação criminal" de Assange, que pode levar a uma acusação de "espionagem".

Sob ataque 2 Sites diversos destacaram a informação, dada pelo WikiLeaks no Twitter, de que seu site enfrentou um ataque de "10 gigabits por segundo", mas se manteve no ar.


cnn.com

APOIO Na CNN e na BBC, Daniel Ellsberg, que vazou os Papéis do Pentágono em 1971, defendeu Assange. Diz que sofreu as mesmas críticas. "Silêncios e mentiras", argumenta, é que arriscam vidas

//CHINA VS. WIKILEAKS

O "Guardian" deu na manchete de papel, com WikiLeaks, que a "China "está pronta para abandonar Coreia do Norte'".
Ato contínuo, o site da "Computerworld" noticiou ontem que a China havia bloqueado o acesso às páginas do WikiLeaks.
Na "Forbes", Assange relata que chegou a contatar uma versão chinesa do Wiki Leaks, mas desistiu pois o grupo não tinha "segurança" nem "reputação".

//CHINA & BRASIL, EM CANCÚN

Sem permitir cobertura e agora acesso ao WikiLeaks, a China se volta a assuntos como a esvaziada conferência do clima em Cancún. O estatal "China Daily" entrevistou ontem o diplomata brasileiro Luiz Figueiredo, que deu como "prioridade" para os emergentes no encontro uma extensão do Protocolo de Kyoto.

foreignpolicy.com

"GOOD NEWS" A nova "Foreign Policy" lista "As notícias que você perdeu" no ano, como "o fim da política de uma criança" na China. E a "Boa notícia da Amazônia", da redução no desmatamento

Toda Mídia


A NOVA FACE

Sob o título "Banco Mundial saúda a recuperação latino-americana", o "Financial Times" destaca que é "o mais recente a se juntar ao coro", com o relatório "A Nova Face da América Latina". Ano que vem, diz o banco, "liderada pelo Brasil", a região terá retomado o terreno perdido na crise. Já o Terra deu a manchete "É cedo para América Latina cantar vitória", ouvindo economista do Banco Mundial. Mas ele anota que o Brasil reagiu "com velocidade impressionante".
Na mesma linha, via Bloomberg, o Barclays soltou relatório avaliando que o país está para se "graduar" do grupo emergente ao "grupo desenvolvido". Já a consultoria Spiro alertou no "FT" que "o Brasil está suficientemente estabelecido no palco global para ser julgado pela capacidade de apresentar crescimento" e aconselha "mais cautela" aos investidores.

CONTRA A CORRENTE

Manchete no G1, "No segundo dia do novo IOF, dólar sobe", contra a tendência internacional. Do Valor Online, "Compras prevalecem e dólar sobe a R$ 1,68". O primeiro creditou à "ampliação no limite de compras de dólar pelo Tesouro" decidida ontem. O segundo ouviu, de um executivo financeiro, que "a tarefa do governo é ingrata", pois luta contra com o baixo crescimento nos desenvolvidos -e o Brasil é o emergente com grau de investimento que paga o maior juro.
A Reuters Brasil destacou que Dilma Rousseff, de volta à campanha, apoiou as ações do governo. Mas afirmou que a "crise profunda nos países desenvolvidos" só pode ser ultrapassada pelo Brasil com reforma tributária e "melhoria do endividamento público".

MAIS GUERRA CAMBIAL

Manchete no site do "Wall Street Journal", "EUA e China ampliam sua briga sobre yuan", a moeda chinesa. O "New York Times" foi mais contido, dizendo que o secretário "Geithner conclama à cooperação global sobre câmbio".
No estatal "China Daily", por outro lado, o primeiro-ministro "Wen cobra tratamento justo sobre yuan". Na manchete on-line do "FT", "Wen avisa contra pressão sobre yuan". Logo abaixo, a ameaça de que a valorização forçada traria "desastre para o mundo". Pequim respondia às críticas da União Europeia, que se juntou aos EUA.

Ainda não O "FT" publica hoje o editorial "Nem tudo está calmo no front cambial". Diz que a guerra denunciada pelo ministro Guido Mantega "ainda não começou", apesar das intervenções de Japão e outros. Mas "a perspectiva de nova rodada do Reino Unido e dos EUA elevou as tensões", podendo chegar a "conflito real". E culpa "em grande parte" a China.
Rumores Em coluna, o "WSJ" diz que, ainda "retórica", uma "guerra cambial de verdade" só viria em 2011.
E o site da "Economist" duvida dos "rumores de guerra", mas, para o caso de "virar coisa mais séria", já avalia que "o caminho para o qual estamos seguindo" é mesmo o de restringir capitais -como na "tentativa modesta do Brasil".

Daniel Wainstein/valor.com.br


"A TODO VAPOR" Abrindo foto na capa, sob o título "Espigões na Amazônia", o "Valor" deu ontem que os pilares da barragem de Jirau já alcançam 50 metros, com as obras "em ritmo frenético, com 33 mil operários"

PETROBRAS EM CAMPANHA

Em destaque no Google News, a France Presse deu que Lula lança hoje uma "nova geração de plataformas de petróleo".
Já em portais como iG e blogs como Radar, o senador eleito Aécio Neves declarou que a "campanha de Serra deve defender privatizações de FHC".
Por outro lado, Valor Online e outros destacaram "a aceleração da queda das ações da Petrobras, que despencaram 4%".

ABORTO EM CAMPANHA

O francês "Le Monde" publicou que, "No Brasil, os cristãos conservadores fazem campanha contra Dilma Rousseff", que se vê "questionada por ser favorável à legalização".
E o "WSJ" publicou que a "campanha de internet sobre aborto" e sua repercussão "marcam a primeira vez em que a crescente comunidade evangélica vira o foco de uma eleição nacional". Para um professor da PUC-SP, "eles agora têm os números para influenciar os grandes debates".

Toda Mídia

PETRÓLEO EM CAMPANHA
 O "WSJ" postou que "Conselheiro de José Serra diz que não há necessidade de novo modelo de petróleo no Brasil", sobre David Zylberstajn, que chefiou a agência de petróleo sob FHC. E o Radar da "Veja" deu que Lula "reclamou ao comando do comitê de Dilma da timidez na inclusão da capitalização da Petrobras na campanha".
Por outro lado, a Bolsa subiu, mas "Petrobras leva tombo após Itaú cortar avaliação", no título da Bloomberg. Já a Dow Jones não creditou a queda ao Itaú Unibanco e sim ao "efeito ainda da grande oferta de ações de setembro".

Dilma lá Abrindo foto da petista, a home do Council on Foreign Relations, de Nova York, deu manchete ontem para um analista prevendo que ela "provavelmente não faria o bastante em reformas econômicas", mas "baixaria o tom da "diplomacia hiperativa" do atual presidente". E também que ela "ainda deve vencer".

Marina lá O site da "Foreign Policy" saudou "um bom dia para os verdes" com a "grande surpresa" de Marina Silva, mas duvidou que seja indício de um "tsunami verde" no hemisfério. Também ironizou que a secretária Hillary Clinton estaria com inveja de Dilma, "a caminho de ser a primeira presidente do Brasil".

TRÊS BALAS DE PRATA
Manchete no Globo Online pela manhã, o site reproduziu o discurso de Dilma em reunião fechada com aliados, apontando três choques como responsáveis por não ter vencido no primeiro turno: "a história da Receita, que apareceu e agora desapareceu", "a questão da Casa Civil, que não dizia respeito a mim", e "a pior calúnia, que não se identifica, através de uma campanha na internet", referência ao aborto.
Ontem na manchete do G1, reapareceu a primeira, "Receita diz que acesso a dados de tucano foi imotivado". No registro do Terra, por outro lado, "PSDB diz que acesso a dados foi irregular", identificando ser informação de "fontes da presidência do PSDB".

"SEND IN THE CLOWN"

washingtonpost.com
Tiririca no "Washington Post", na imagem mais recorrente no exterior


Concorrendo com Dilma e Marina em repercussão no exterior, Tiririca já inspirou coluna na contracapa no francês "Le Monde", longa reportagem no "Financial Times" e post irônico na "Economist". E nos últimos dois dias surgiu por todo lado, do argentino "La Nación" anunciando "O palhaço mais votado" ao "Washington Post" dizendo que deveria liderar as listas de melhor comercial.
O "palhaço não-metafórico", na expressão da "Atlantic", levou os sites da "New Yorker", do "USA Today" e da "Time" a citar expressão corrente no teatro americano, quando o espetáculo vai mal: mande o palhaço para o palco.

Toda Mídia - Pesquisa

No meio do dia, o "Wall Street Journal" chegou a postar, em título, que as ações caíam no Brasil porque a "favorita escorrega" no Datafolha e "os investidores começam a contemplar a possibilidade de a corrida durar mais do que o esperado". Agências noticiaram, com um analista dizendo que a decisão vai depender do "foco da TV nos escândalos" e outro apontando a "novidade Marina". Fim do dia, a Bolsa subiu.

Pesquisas
O blog de Josias de Souza postou que, segundo ministro, Lula estaria "muito confiante" em vitória "no domingo". Já o Radar de Lauro Jardim postou que nas pesquisas internas petistas, com Vox Populi, "Dilma se elege no primeiro turno, mas a diferença" caiu de 20 a 12 pontos em uma semana. Fim do dia no iG, "Tracking: Dilma tem 55% dos votos válidos", mais uma entrevista com o diretor do Vox.

Pesquisas
E o blogueiro Ricardo Noblat tuitou que o Ibope a ser divulgado hoje "também mostrará redução na vantagem de Dilma". Mas a diretora do instituto, Márcia Cavallari, avaliou ontem no Radar que o percentual de nulos, brancos e indecisos "está chegando ao patamar histórico" e, portanto, será preciso "tirar votos diretamente de Dilma". Ela afirma que é "difícil isso ocorrer, mas não impossível".

DILMA VS. SERRA
O "New York Times" publicou ontem o longo artigo "Uma mulher se levanta no Brasil", em que Luisita Lopez Torregrosa, que foi editora no jornal, descreve uma eventual eleição de Dilma como "histórica", dizendo que "ela comandaria um país com a oitava maior economia no mundo".
Sob o título "Serra deve sair com lamúrias", whimper no original, o correspondente da Reuters, Raymond Colitt, postado por "NYT" e outros, escreve que na reta final o candidato "apela a ataques à China" em entrevista à Globo e a "teorias conspiratórias" sobre a falha no metrô.

PETROBRAS VS. SHELL
Na manchete do UOL à tarde, "Governo eleva fatia de controle na Petrobras". Na submanchete, "Shell encontra indícios de petróleo na bacia de Santos".
Na manchete do G1, "Governo amplia fatia na Petrobras para 64%". E na manchete do Terra, "Shell encontra petróleo no pré-sal da bacia de Santos".
No site do "WSJ", só a boa notícia da Shell.

GUERRA CAMBIAL MUNDIAL
Na manchete de papel do "Financial Times", ontem, "Brasil em alerta por guerra cambial mundial". Além da reportagem com o ministro da Fazenda, Guido Mantega, cinco textos abordaram o tema. A coluna Lex criticou os "desvalorizadores" Japão, China, EUA, Reino Unido e Coreia do Sul.
No "WSJ" foram quatro textos. A análise "Como terminam as guerras cambiais" abriu dizendo que "nunca um político usou palavras tão sinceras quanto Guido Mantega". E criticou os cinco países do "FT", mais Colômbia, Tailândia, Cingapura, Taiwan.
Os dois jornais ouviram depois o presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, em Londres. "Sem mencionar países", ele pôs "mais combustível nas chamas da guerra cambial", dizendo: "Nós não vamos pagar o preço por isso".

O MITO
ft.com


O colunista Gideon Rachman escreveu no "FT" sobre "O mito em movimento de Lula", creditando a ele, em parte, a "nova ordem global"

E TOME LULA

liberation.fr


O francês "Libération" deu capa ontem para "Lula, o Brasil reinventado", chamando para um caderno com 16 páginas sobre o país, inclusive uma segunda capa com outra imagem de Lula. Abrindo os diversos perfis, "Lula, um destino brasileiro". A edição inclui uma entrevista com seu ex-assessor Oded Grajew, sob o enunciado "Lula não me engana mais"

Toda Mídia - "Uau Paulo"

Bolsa do Brasil é agora a segunda maior do mundo", postaram "Wall Street Journal" e outros no final da semana. O "Financial Times" descreveu como Lula "levantou salvas e aplausos na Bolsa após concluir o maior lançamento jamais realizado". Sob o título "Investidores correm em bando ao Brasil", o "Guardian" abriu descrevendo como "por anos 'Lula' foi palavrão na Bolsa de São Paulo", mas "os tempos mudaram". Os jornais ecoam declarações de Lula no pregão, como "não foi em Frankfurt, não foi em Londres, não foi em Nova York. Foi aqui em São Paulo!".
O "WSJ" foi além, publicando no sábado uma comparação entre a oferta da Petrobras e a operação prevista na GM. São empresas "emblemáticas de seus países", mas hoje, sob controle do governo, a montadora não tem a mesma perspectiva. Sua oferta visa reduzir o controle estatal, o que, diz o "WSJ", "é elogiável, mas não é estímulo para venda forte".


A parte difícil Como outros pelo mundo, também o "New York Times" noticiou "o maior lançamento de ações da história, armando a Petrobras com o dinheiro necessário para implantar seu ambicioso plano".
A "Economist" postou que não é exagero descrever a operação da Petrobras como "um grande sucesso", porém "agora vem a parte difícil" _o que inclui levantar ainda mais dinheiro, achar gente qualificada etc.

Abominação O investidor Mark Mobius falou à Bloomberg que a oferta da Petrobras é "abominação" que desrespeita os acionistas minoritários e pode indicar que os IPOs estão sobrevalorizados no mundo.
Já Will Landers, do fundo BlackRock, avaliou que "o fato de a Petrobras ter sido capaz de levantar a maior operação jamais realizada, a dez dias da eleição presidencial, mostra o quanto este mercado avançou".


ESTRATÉGIA
A Escola de Guerra do Exército dos EUA publicou estudo de 86 páginas sobre os "Dilemas da Grande Estratégia Brasileira" -a "grande estratégia de Lula" para "posicionar o Brasil como líder de uma América do Sul unida". Em suma, " foi bem-sucedida em elevar o perfil", mas "expôs dilemas estratégicos" como "as tensões crescentes com os EUA"

Nas coxias Do indiano "Business Standard" à alemã Deutsche Welle, ecoa o novo esforço conjunto de Índia, Alemanha, Japão e Brasil para reformar o Conselho de Segurança. O chanceler alemão vê "boas chances".
Já o "FT" deu a reportagem "Economias em desenvolvimento à espera nas coxias", sobre o esforço por maior representação nas organizações financeiras para os emergentes, cuja "influência no palco político já pode ser vista no G20".

Nas arábias O mesmo "FT" noticiou de Ramallah que a "Autoridade Palestina abre negociações comerciais com Mercosul". O primeiro-ministro Salam Fayyad "embarcou no esforço de preparar o caminho para a independência" do país.
"National" e "Gulf News", dos Emirados Árabes Unidos, deram que o país "está pronto para comprar aviões militares do Brasil", citando o cargueiro KC-390, parte de um amplo "acordo de defesa" entre as nações.

// FHC VS. LULA
Sábado, a coluna "Almoço com o FT" foi com o "rei filósofo" FHC, no restaurante Carlota, em Higienópolis. A longa entrevista ao correspondente Jonathan Wheatley ecoou na manchete do Globo Online já no sábado, "Fernando Henrique: 'Eu fiz as reformas. Lula surfa na onda'".
Entre outras frases do ex-presidente, a cobertura brasileira destacou uma crítica à oposição, que "errou a mistificar Lula", e sua opinião de que Lula "não é nenhum revolucionário".

'O "Estado" apoia a candidatura de José Serra à Presidência da República.'
Do editorial "O mal a evitar", do jornal "O Estado de S. Paulo", ontem.

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