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    Quão honestamente a sua vida é avaliada.

Interpol emite ordem de captura contra fundador do WikiLeaks

Julian Assange é procurado pela Suécia por 'estupro e agressão sexual'. Ele nega as acusações, que diz serem parte de uma 'campanha caluniosa'.
Em outubro, o Wikileaks divulgou mais 400.000 relatórios sobre incidentes, apresentados como "o vazamento mais importante de documentos militares confidenciais da história".


A Interpol emitiu nesta terça-feira (30) uma ordem de captura internacional contra Julian Assange, fundador do site WikiLeaks, que divulgou nesta semana documentos secretos do departamento de Estado, que cuida das relações internacionais dos Estados Unidos,

No último dia 20, a Interpol recebeu das autoridades suecas um pedido para ordenar a detenção com fins de extradição de Assange, que é procurado pela Suécia em uma investigação por "estupro e agressão sexual".

A Interpol recebeu um mandato de detenção e um pedido de publicação de uma notificação vermelha de seu escritório central na Suécia para pedir a captura do fundador do WikiLeaks, Julian Assange", anunciou a organização policial internacional que tem sede em Lyon, França.

A justiça sueca ordenou a prisão de Assange, que divulgou recentemente documentos confidenciais sobre a guerra no Iraque e no Afeganistão. A decisão do juiz Alan Camitz, do tribunal de Estocolmo, acatou um pedido neste sentido apresentado anteriormente pela promotoria.

Julian Assange é cidadão australiano, e chegou a ser procurado em agosto em meio às investigações do caso, mas teve a ordem de prisão revogada.

Marianne Ny, a promotora encarregada do caso, reabriu o processo de estupro contra Assange, de 39 anos, no dia 1º de setembro, mas a princípio não havia solicitado sua detenção.

Supostas vítimas
Duas mulheres afirmaram que no dia 20 de agosto foram vítimas de estupro e agressão sexual por parte do fundador do WikiLeaks.

Assange sempre negou as acusações, afirmando que fazem parte de uma "campanha caluniosa" para desprestigiar seu site, que publicou centenas de milhares de documentos confidenciais sobre os conflitos no Iraque e no Afeganistão.

Em outubro, o Wikileaks divulgou mais 400.000 relatórios sobre incidentes, apresentados como "o vazamento mais importante de documentos militares confidenciais da história".

Os serviços secretos americanos "estão desde já muito satisfeitos", chegou a comentar Assange em entrevista à AFP, em setembro, depois que a investigação por estupro foi reaberta na justiça sueca.

WikiLeaks escancara isolamento do Irã


Documentos mostram pressão de países árabes para atuação militar dos EUA contra regime de Ahmadinejad;
Em telegrama de 2008, rei saudita pede ao governo de George W. Bush "que corte a cabeça da serpente"


MARCELO NINIO - Folha de S.Paulo
DE JERUSALÉM

A nova avalanche de documentos confidenciais revelados pelo site WikiLeaks escancarou com todas as letras o temor de alguns dos principais líderes árabes com o programa nuclear do Irã.

O vazamento mostra o que até agora estava restrito aos bastidores: a forte pressão árabe para que os EUA ataquem instalações iranianas.
Não é surpresa que Israel tenha elogiado a publicação. Tampouco que o Irã tenha desqualificado a iniciativa.

Entre os cerca de 250 mil telegramas diplomáticos dos EUA que começaram a ser divulgados pelo WikiLeaks no domingo, estão mensagens que ilustram o conhecido temor de líderes árabes com a perspectiva da bomba atômica iraniana. Com fervor jamais revelado publicamente.

Em um telegrama de 27 de dezembro de 2005, o presidente iraniano, Mahmoud Ahmadinejad, é descrito como "desequilibrado" e "louco" por comandantes militares dos Emirados Árabes Unidos ao então chefe do Comando Central norte-americano, general John Abizaid.

Chama a atenção a insistência da Arábia Saudita, um dos países mais influentes da região, para que os EUA considerem uma ação militar. Num telegrama de 2008, o rei saudita, Abdullah, pede ao governo Bush "que corte a cabeça da serpente".

Outros países da região exibem o mesmo alarme. Em comum, a aversão ao presidente iraniano e a preocupação de que os EUA ataquem antes que Israel o faça.

Em uma mensagem de julho de 2009, o ministro da Defesa dos Emirados Árabes, príncipe Mohamed bin Zayed, prevê um ataque israelense até o fim daquele ano e alerta para o perigo de apaziguar o Irã. "Ahmadinejad é Hitler", diz Bin Zayed.

Os governos do mundo árabe mantiveram o silêncio ontem, mas a imprensa repercutiu o vazamento, prevendo que causará turbulências nas relações com o Irã.

O presidente iraniano reagiu com desdém, acusando os EUA de orquestrarem o vazamento: "O Irã e os países da região são amigos".

Uma das informações novas, contidas num telegrama de fevereiro deste ano, é a avaliação da inteligência dos EUA de que Teerã recebeu 19 mísseis da Coreia do Norte com alcance suficiente para atingir as capitais da Europa.

Para Israel, o vazamento prova que o país não está sozinho em sua preocupação com o regime iraniano.

"Pela primeira vez na história há um acordo de que o Irã é a ameaça", disse o premiê Binyamin Netanyahu.

Documento revela que, para EUA, Itamaraty é adversário



Papéis confidenciais citam "inclinação antinorte-americana" por parte do Brasil
Telegramas divulgados pela ONG WikiLeaks revelam que diplomatas dos EUA consideram Nelson Jobim um aliado


FERNANDO RODRIGUES - Folha de S.Paulo
DE BRASÍLIA

Telegramas confidenciais de diplomatas dos EUA indicam que o governo daquele país considera o Ministério das Relações Exteriores do Brasil como um adversário que adota uma "inclinação antinorte-americana".

Esses mesmos documentos mostram que os EUA enxergam o ministro da Defesa, Nelson Jobim, como um aliado em contraposição ao quase inimigo Itamaraty.
Mantido no cargo no governo de Dilma Rousseff, o ministro é elogiado e descrito como "talvez um dos mais confiáveis líderes no Brasil".

A Folha leu com exclusividade seis telegramas de um lote de 1.947 documentos elaborados pela Embaixada dos EUA em Brasília, sobretudo na última década.

Os despachos foram obtidos pela organização não governamental WikiLeaks. As íntegras desses papéis estarão hoje no site da ONG (cablegate.wikileaks.org/), que também produzirá reportagens em português. A Folha.com divulgará os telegramas completos.

Num dos telegramas, de 25 de janeiro de 2008, o então embaixador dos EUA em Brasília, Clifford Sobel, relata aos seus superiores como havia sido um almoço mantido dias antes com Nelson Jobim. Nesse encontro, o ministro brasileiro contribuiu para reforçar a imagem negativa do Itamaraty perante os norte-americanos.

Indagado sobre acordos bilaterais entre os dois países, Jobim citou o então secretário-geral do Ministério das Relações Exteriores, Samuel Pinheiro Guimarães.
Segundo o relato produzido por Clifford Sobel, "Jobim disse que Guimarães "odeia os EUA" e trabalha para criar problemas na relação [entre os dois países]."

Não há nos seis telegramas confidenciais lidos pela Folha nenhuma menção a atos ilícitos nas relações bilaterais Brasil-EUA. São apenas descrições de encontros, almoços e reuniões.

Ao mencionar um acordo bilateral, Clifford Sobel diz que caberá ao presidente Lula decidir entre as posições de um "inusualmente ativo ministro da Defesa interessado em desenvolver laços mais próximos com os EUA e um Ministério das Relações Exteriores firmemente comprometido em manter controle sobre todos os aspectos da política internacional".

Num telegrama de 13 de março de 2008, Sobel afirma que o Itamaraty trabalhou ativamente para limitar a agenda de uma viagem de Jobim aos EUA.

Ao relatar a visita (de 18 a 21 de março de 2008), os EUA pareciam frustrados: "Embora existam boas perspectivas para melhorar nossa relação na área de defesa com o Brasil, a obstrução do Itamaraty continuará um problema".

CAÇAS DA FAB
Apesar de elogiado, Jobim nunca apresentou em reuniões nenhuma proposta especial aos EUA a respeito da licitação dos 36 aviões caça que serão comprados pela Força Aérea Brasileira.

Em todos os relatos confidenciais os diplomatas dos EUA em Brasília mencionam frases de Jobim que coincidem com o que o ministro declarou em público.

Em uma ocasião, por exemplo, os norte-americanos escrevem: "Compras de fornecedores dos EUA serão mais competitivas quando [o país] autorizar uma produção brasileira de futuros sistemas militares".

Procurado pela Folha, o Departamento de Estado dos EUA se recusou a comentar as comunicações sigilosas.

Uma porta-voz do departamento enfatizou que os países mantêm boas relações. A Casa Branca não respondeu à reportagem até a conclusão desta edição.

WikiLeaks sofre ataque

O WikiLeaks, que divulgou documentos secretos do serviço diplomáticos dos EUA, disse em uma mensagem no Twitter que estava sofrendo um “ataque de negação de serviço”, um método comum usado por hackers para deixar os sites lentos e derrubá-los.

O site WikiLeaks disse que sofreu um ataque online na manhã desta terça-feira, 30, deixando o site fora do ar por horas para usuários dos Estados Unidos e da Europa.

Aparentemente, o site resolveu o problema ao trocar seu servidor da Suécia para os Estados Unidos, o que trouxe o site de volta. Nesta terça, o tráfego do WikiLeaks passava por um servidor alugado da Amazon, baseado nos Estados Unidos.

O WikiLeaks, que divulgou documentos secretos do serviço diplomáticos dos EUA, disse em uma mensagem no Twitter que estava sofrendo um “ataque de negação de serviço”, um método comum usado por hackers para deixar os sites lentos e derrubá-los.

O WikiLeaks não identificou os culpados pelo ataque.

É a segunda vez que o WikiLeaks sofre um ataque depois de publicar os documentos no domingo, mas os ataques desta terça parecem ser mais poderosos.

Em um típico ataque de negação de serviço, computadores remotos comandados por programas espiões bombardeiam um site com tantos pacotes de dados que o servidor fica sobrecarregado e indisponível para os internautas. Localizar os culpados é difícil.

Segundo o WikiLeaks, o tráfego chegava a 10 gigabits por segundo. De acordo com um estudo da empresa de segurança online Arbor Networks, a média de um ataque do tipo no ano passado era de 349 megabits por segundo, 28 vezes menos que o relatado pelo WikiLeaks.

O ataque do domingo não impediu a publicação de reportagens sobre os documentos do Departamento de Estado norte-americano em diversos jornais. O WikiLeaks divulgou o material antecipado à veículos de comunicação.

/ Peter Svensson (ASSOCIATED PRESS)

O presente dos desastres

 O governo Lula é uma sucessão de fatos inesperados, mas dois deles têm a dimensão extraordinária das mágicas do acaso. É à inversão imprevista de duas derrotas brutais, com tudo para arrasarem sua imagem e o governo, que Lula vai se despedindo da Presidência com o registro de êxitos sem precedente entre seus antecessores todos. E mesmo como um caso especial no mundo.

Jânio de Freitas, Folha de S.Paulo

O mensalão foi um canhonaço que destroçou muito mais do que a aparelhagem executiva da Presidência e, com ela, o braço de operações montado sobre a leviandade da direção petista. O mensalão pôs em ruína, também, toda estratégia e o plano de configuração do poder que deveria executá-la.

Nesse poder, o papel de regente do Executivo dividiu-se, quase definidamente por setores, entre José Dirceu, Antonio Palocci e Henrique Meirelles. Mas o maestro político era José Dirceu, só ele. Ao Lula que então se viu coube reter-se no seu já comprovado talento: mobilizar parcelas sucessivas da opinião pública, o jogo de cena, as viagens e a presença em eventos que ocupassem o tempo presidencial.

Era um Lula distante da ação política e do trânsito de políticos, comum para presidentes. Com muitas evidências de insegurança e de alheamento às coisas de governo, incapaz de enfrentar uma entrevista coletiva e mesmo algo menor que não estivesse arranjado.

A saída de José Dirceu de suas funções no plano e no Gabinete Civil era tão impensável, antes de forçada pelo mensalão, que não houve ideia alguma para preencher o vácuo no seu aspecto essencial, que era a ação política do governo.
Aumentados os seus temores de que novos tropeços, mesmo que menores, atingissem sua continuidade como presidente, restou a Lula improvisar ele próprio o comando e a execução das ações políticas do governo. Tateante, cedendo muito mais do que o necessário, fazendo dívidas precipitadas sem escolher os políticos credores, Lula perdeu muito, mas com o tempo ganhou tarimba e segurança, suficientes para o necessário sem brilho. Até que sobreveio a segunda explosão, onde menos seria esperável.

O escândalo de Antonio Palocci não desarmou Lula apenas na vigilância de uma política econômica conservadora com temperos neoliberais. Essa função fizera de Palocci uma espécie de guarda-costas de Lula em setores real ou potencialmente hostis e ameaçadores, como o financeiro, o dos meios de comunicação, o do empresariado influente e, não menos, o do sistema internacional de defesa do conservadorismo.

Guido Mantega não caiu do céu. Veio das profundezas ferventes onde foi posto pela corrente Palocci, desde antes da formação inicial do governo; e, depois, pelas mal contidas restrições ao conservadorismo econômico do governo. Mas, quando um caseiro desacreditou dos ares beatíficos de Palocci, Guido Mantega, ministro do Planejamento, foi visto como o único a estar informado dos aspectos todos da economia, para cobrir o vácuo ainda que só pelo tempo para a solução definitiva.

De lá para cá, Lula fez uma dívida enorme com Mantega. A retomada do crescimento e seus múltiplos efeitos de força política e eleitoral devem-se à persistência de Mantega na ideia, que o alijara, de buscar a conciliação de crescimento e inflação baixa. A tranquilidade e a boa dose de otimismo que se instalaram no Brasil, e contribuíram muito para o processo sucessório sem turbulências, são frutos dessa bem sucedida conciliação não conservadora.

Em outro plano, com o crescimento sem inflação Lula se viu projetado, da simpatia folclórica dedicada pelo Ocidente ao metalúrgico-presidente, à possibilidade de uma admiração e, depois, de uma influência internacional que soube cultivar muito bem.
O mensalão e a queda perturbadora de José Dirceu levaram Lula ao comando político que lhe deu uma liderança sem precedente. O escândalo e queda ameaçadora de Antonio Palocci resultaram para Lula em uma presença internacional sem nem sequer algo próximo em outros presidentes brasileiros.

Esses comentaristas miseráveis

As eleições presidenciais tiveram o efeito colateral de reacender o preconceito de classe. O ódio (não há outra palavra) aos pobres saiu do armário, foi para as ruas e continua escorrendo pelos principais esgotos do país.

No dia da Proclamação da República, uma alma atormentada, que atende às vozes das trevas pelo nome de Luiz Carlos Prates, cuspia as seguintes declarações, durante o Jornal do Almoço, transmitido pela RBS, a Globo de Santa Catarina:



- Hoje, qualquer miserável tem um carro.

- O sujeito nunca leu um livro, mora apertado numa gaiola que chamam de apartamento, não tem nenhuma qualidade de vida, mas tem um carro na garagem.

- Resultado desse governo espúrio que popularizou, pelo crédito, o carro para quem nunca tinha lido um livro.

É o tipo de ignorância que nem merece piedade. O cara se afoga no vômito das próprias palavras. Nojento.

A democracia foi feita para que possamos expressar pensamentos livremente. Mas o que o comentarista ficou esbravejando não passa de rancor e desprezo.

Só gente como ele pode ter carro e viajar no feriado. Só a casa dele é decente. Só o candidato dele é bom. Só o dinheiro dele presta. Em resumo, é um babaca completo. Não só ele, mas também quem pensa parecido.

Infelizmente, como vimos durante a campanha eleitoral, há quem concorde com esse pensamento cretino. O que causa espanto é haver quem pague para que esse tipo de estupidez seja transmitido ao vivo pela TV. Há patrão para tudo neste mundo.

Melhor que a gente saiba onde essa turma se reúne. E nem passar perto desses miseráveis, pobres de espírito. "Desgraçados". Gentinha.

O PROVOCADOR 

Toda Mídia


Obama & Dilma

O embaixador americano, Thomas Shannon, falou ao "Valor" que "há muito interesse dos dois lados de que haja um encontro o mais rapidamente possível" entre os presidentes. Falou que "há muito interesse em aprofundar nossa relação com o Brasil" e que há "confiança de que com a presidente eleita vamos ter essa oportunidade". No enunciado de capa, "Obama deve receber Dilma antes da posse".
 
À tarde, a Agência Brasil confirmou que "Dilma se reúne com Obama antes de posse e depois americano virá ao Brasil". Na agenda, a crise cambial, o pré-sal e "preocupações dos empresários americanos, que vêm perdendo espaço no Brasil para os chineses". Ecoou por agências latino-americanas e europeias.

//"MÃE DO BRASIL"


O
"Diário do Povo", do PC chinês, produziu ontem a análise ""Mãe do Brasil" destemida para enfrentar desafios críticos", do correspondente Wang Peng.
Lembra seu passado de "guerrilheira urbana" e sublinha "o conhecimento e a experiência em energia", anotando que, como ministra do setor, "ampliou o gerenciamento estatal".
Descreve Dilma como "forte apoiadora das políticas amigas do mercado de Lula", mas diz que também "defende fortalecer o papel da regulação estatal em setores estratégicos".

Lula vs. Dilma Em entrevista anteontem ao programa de
Charlie Rose na PBS, nos EUA, e na Bloomberg, no Brasil, o presidente da consultoria estratégica Eurasia, Ian Bremmer, descreveu Lula, lamentando sua saída, como o maior "estadista" emergente -e debateu com o âncora se Dilma poderia substituí-lo. Rose argumentou com o passado de combate à ditadura e com a chefia da Casa Civil. Bremmer rebateu que ela não tem o "carisma" de Lula. Aposta na China Em despacho de Cingapura, a Bloomberg deu que a "Embraer assina acordo de financiamento de US$ 1,5 bi para estimular vendas na China". Foi a manchete da Reuters Brasil, depois, "Embraer faz acordo de financiamento com a chinesa Avic".
No "Financial Times", "Embraer faz uma aposta de US$ 1,5 bi na China", citando o presidente da Embraer China, que cobra liberação de Pequim para produzir jatos maiores na subsidiária.


cfr.org



COMPETIR/COOPERAR Instituição influente na política externa dos EUA, o CFR
postou "Inovação Energética: Competição e Cooperação entre EUA, China, Índia e Brasil", de 114 págs. Propõe aos EUA "priorizar esforços com a Índia e o Brasil, onde a possibilidade de criar competidores é baixa, pois suas empresas são menos agressivas e bem-sucedidas em exportar aos desenvolvidos"
//A CHINA SE DEFENDE

O estatal "China Daily" publicou dois artigos ontem sobre estratégica geopolítica regional. No primeiro, de Yu Jincheng, da Universidade de Segurança do Povo Chinês, saúda o "triângulo estratégico emergente" que reúne "três dos Brics", China, Rússia e Índia.
O segundo, de Yang Qingchuan, da agência Xinhua, responde a texto do "NYT" que "tentou acender as chamas das disputas territoriais na Ásia". E afirma que a "teoria hegemônica não cabe na China".

//MURDOCH, SOROS E A CHINA

Em entrevista a seu próprio canal financeiro, a Fox Business, o empresário Rupert Murdoch alertou para o "enorme poder econômico" da China, que desafia os EUA. Descreveu como "assustador". E defendeu o livre comércio dos questionamentos que vem recebendo nos EUA, afirmando que ele precisa ser aproveitado "para vender mais aos países em desenvolvimento, como o Brasil -e acredito que isso está acontecendo".
Na mesma linha, o milionário investidor George Soros declarou, no canadense "Globe and Mail", que "há uma transferência realmente marcante e rápida de poder e influência, dos EUA para a China". Avaliou também que "hoje a China tem não apenas uma economia mais vigorosa, mas um governo que funciona melhor do que o americano". Cobrou "algum tipo de equilíbrio ou de compromisso entre os dois países".


nytimes.com


ANTIOBAMA O "New York Times" adiantou a revista de domingo sobre a "candidata sombra". Sarah Palin confirma que quer sair à Presidência em 2012. E o Huffington Post
deu manchete para o prefeito de NY, Michael Bloomberg, que articula chapa "independente" com o popular apresentador da NBC Joe Scarborough

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